Influenciadora morta dentro de casa. Foto: Reprodução / Redes sociais
A influenciadora digital Adriana Oliveira, de 27 anos, foi morta a tiros dentro da própria casa no último sábado, 15 de março, em Santa Luzia, a 297 km de São Luís, no estado do Maranhão.
No domingo, 16 de março, um dia após a morte da jovem, marido e sogro de Adriana foram presos em flagrante, suspeitos de cometerem o crime. Já na segunda-feira, pai e filho tiveram a prisão convertida para preventiva.
Segundo investigações da Polícia, a vítima foi morta por um indivíduo que estava na residência e efetuou três tiros.
Em seu depoimento, Valdiley Paixão Campos, de 37 anos, o marido de Adriana, afirmou ter visto um criminoso chegando na casa em uma moto, depois atirando contra Adriana e fugindo.
Também em depoimento, "Antônio do Zico", sogro de Adriana, confirmou a versão do filho. No entanto, a versão dos fatos não convenceu o delegado do caso, Alisson Guimarães.
Baseado nisso, o delegado decidiu prender os dois em flagrante com base em outros elementos da investigação.
Na quinta-feira, 6 de março, no Piauí, encontraram morta a professora Jaquiely Maria Lima Oliveira, de 32 anos, após ela acusar o prefeito de Sigefredo Pacheco, Murilo Bandeira, de vazar suas imagens íntimas.
A Polícia Civil investiga o caso. Dois dias antes, na terça-feira, 4 de março, Jaquiely havia conseguido uma medida protetiva contra o prefeito, concedida pela juíza Fernanda Marinho de Melo Magalhães Rocha.
Jaquiely, que era professora e psicopedagoga clínica e institucional, denunciou que teve suas fotos privadas vazadas por Murilo Bandeira. Segundo seu relato, ela enviou as imagens a ele de forma privada em 2021, durante um relacionamento extraconjugal. No dia 3 de março deste ano, ele repassou as fotos ao marido da professora.
Após tomar conhecimento do vazamento, Jaquiely tentou entrar em contato com Murilo Bandeira, mas não obteve resposta. A juíza concedeu a medida protetiva contra o prefeito na sequência.
Segundo o site Portal B1, a Polícia Civil assumiu as investigações e trata o caso como duas situações distintas: a denúncia contra o prefeito e a morte da professora.
Por fim, o delegado Carlos Júnior informou que tomou conhecimento do falecimento de Jaquiely na tarde de quinta-feira, 6 de março. O Departamento de Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML) acionaram equipes para realizar a perícia no local.
“A perícia já foi acionada para realização do trabalho técnico. Estamos apurando se houve suicídio, caso em que não há crime, ou se há indícios de homicídio”, explicou o delegado. As investigações seguem em andamento.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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