Equipes do Grupo de Motociclismo realizavam uma fiscalização na rodovia, quando abordaram um carro ocupado apenas pelo motorista.
01 de julho de 2026 às 10:14 - Atualizado às 10:39
Homem compra carro roubado por R$18 mil e é detido pela PRF em Gravatá (PE). Foto: Divulgação/PRF
Um homem que estava em um carro roubado foi detido, no último domingo, 28 de junho, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 232, em Gravatá, no Agreste pernambucano. O motorista disse que havia adquirido o veículo por R$18 mil em uma feira de Afogados, no Recife.
Equipes do Grupo de Motociclismo realizavam uma fiscalização na rodovia, quando abordaram um carro ocupado apenas pelo motorista. Em consulta ao veículo, foram descobertos sinais de adulteração e um registro de roubo desde o dia 12 de maio no Recife.

O homem alegou que havia adquirido o carro há três dias, mas não sabia o nome nem o contato do vendedor. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Gravatá e poderá responder por receptação e adulteração de sinal identificador de veículo.
Um homem foi detido na terça-feira (23), após apresentar uma carteira de habilitação falsificada à Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 101, em Paulista, no Grande Recife. O documento foi apresentado em um aplicativo falso da CNH do Brasil, que teria sido adquirido pela internet.
Policiais realizavam uma fiscalização no Km 51 da rodovia, quando avistaram o condutor de uma motocicleta transitando na faixa exclusiva de ônibus. Durante a abordagem, o homem apresentou um documento em PDF da carteira de habilitação dele, com todas as características da original.
Em seguida, o condutor mostrou um aplicativo similar ao da CNH do Brasil e apresentou uma habilitação em nome dele. Após consulta, a equipe descobriu que o homem não era habilitado e constatou que o aplicativo era falso.
Aos policiais, o homem admitiu que havia adquirido o aplicativo por R$250,00 pela internet. Ele disse ainda que após o pagamento, recebeu um link que baixa o app com as mesmas características da ferramenta oficial do governo.
O condutor foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Paulista. Ele poderá responder por uso de documento falso, que prevê pena de dois a seis anos de reclusão.
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