Autor de massacre em cinema é visto passeando livremente em shopping e causa medo entre funcionários Foto: Reprodução
A presença de Mateus da Costa Meira, de 51 anos, tem provocado medo nos frequentadores do Shopping Barra, em Salvador (BA).
Solto pela Justiça baiana em 2024 após cumprir pena, o ex-estudante de Medicina, conhecido por ter matado três pessoas a tiros em um cinema de São Paulo em 1999, passou a frequentar diariamente o centro comercial, onde circula por cafés e salas de cinema.
O retorno de Mateus à rotina social, em um local que recebe 50 mil visitantes por dia, mobilizou clientes e lojistas. Assustados com o histórico do ex-detento, frequentadores passaram a fotografá-lo e a compartilhar alertas em grupos de mensagens para monitorar sua presença no estabelecimento.
Em 2003, o ex-estudante foi condenado a 120 anos de prisão pelo ataque armado no Morumbi Shopping durante a exibição do filme Clube da Luta.
Na ocasião, peritos criminais rejeitaram a tese de insanidade mental, apontando que o crime havia sido minuciosamente planejado. Ele foi considerado imputável, frio e perfeitamente ciente de seus atos, sendo enviado ao presídio de Tremembé.
A reviravolta no caso ocorreu após sua transferência para a Penitenciária Lemos Brito, na Bahia, em 2004, onde tentou matar um colega de cela a tesouradas.
Submetido a um novo processo, acusação e defesa concordaram que o réu era inimputável devido a transtornos mentais. Diante do consenso, a Justiça aplicou a absolvição imprópria e determinou sua internação em um hospital de custódia.
Mesmo com laudos periciais da época indicando falta de empatia e ausência de arrependimento genuíno pelas vítimas, a família e os advogados conseguiram autorização judicial para desinternação.
Com a medida, Mateus deixou a unidade de custódia e passou a viver sozinho próximo ao centro de compras soteropolitano.
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Durante a abordagem, os militares encontraram, no interior do veículo, duas submetralhadoras, duas pistolas, munições, balaclavas e uma máscara.
Durante a vistoria nos veículos, foram encontrados três celulares e um notebook. A suspeita é de que os equipamentos tenham sido levados durante o assalto à empresa em Gravatá.
O banqueiro está preso desde 4 de março, no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, conhecido como Papudinha
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