Procon fiscaliza preço do gás de cozinha. Foto: Divulgação/Procon-PE
Devido à valorização do petróleo, causada por conflitos no Oriente Médio e outros fatores, o preço do gás de cozinha tem aumentado, dificultando a vida dos consumidores. Diante disso, o Procon de Pernambuco realizou, entre os dias 16 e 20 de abril, uma pesquisa de preços, em 21 depósitos de vendas de botijões de gás de cozinha de 13 kg, em 19 bairros do Recife.
A pesquisa realizada pelo Procon considerou não apenas o preço do produto, mas também as modalidades de comercialização, como entrega ou retirada, além da venda do Gás de Petróleo Liquefeito (GLP) com troca do botijão ou com o botijão completo.
O levantamento apontou uma diferença percentual de até 64%, do botijão de gás completo, de um estabelecimento para o outro, podendo ser encontrado em seu menor preço por R$ 225,00 e no maior por R$ 370,00. Já a venda sem a entrega do produto (quando o consumidor se desloca até o estabelecimento para a retirada), apresentou uma variação de 15,80%, o produto foi encontrado em seu menor preço por R$ 94,99 e em seu maior preço por R$ 110,00. Já com a entrega (quando o consumidor recebe o produto em sua residência), o gás de cozinha foi encontrado em seu menor preço por R$ 100,00 e em seu maior preço por R$ 115,00, gerando uma diferença percentual de 15%.
“O Procon-PE vem realizando pesquisas de preços para oferecer ao consumidor uma ferramenta que ajude a economizar na hora das compras, desde a cesta básica até medicamentos, e o intuito não é diferente com a pesquisa do gás de cozinha”, disse Anselmo Araújo, Secretário Executivo de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor.
Os interessados em acessar a pesquisa completa devem entrar no site oficial do Procon-PE.
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Desde o início da ação, em maio de 2025, já foram realizados 122.612 atendimentos em 173 municípios pernambucanos. O total inclui 26.139 consultas e 96.473 exames e biópsias.
O evento acontecerá de 15 de agosto, com concentração às 5h e largada às 6h, na Praça Duque de Caxias, conhecida como Praça do Quartel, em Casa Caiada.
O caso foi em 2025, mas a decisão de segunda instância foi publicada na última semana de julho. O tribunal manteve a condenação definida anteriormente pela Justiça do Trabalho.
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