No acumulado de janeiro a junho de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025, o setor registrou expansão de 10,7% no varejo restrito e 9,6% no varejo ampliado.
Comércio no Recife Foto: Paulo Pinheiro
Os dados oficiais da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmam que Pernambuco encerrou o primeiro semestre de 2026 na liderança do crescimento do comércio varejista no Brasil.
No acumulado de janeiro a junho de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025, o comércio pernambucano registrou expansão de 10,7% no varejo restrito e 9,6% no varejo ampliado, conforme os índices do IBGE, superando significativamente as médias nacionais de 2,9% e 1,9%, respectivamente.
"O comércio de Pernambuco demonstra uma resiliência e um dinamismo impressionantes. Estar no topo do ranking nacional no acumulado do primeiro semestre não é apenas um número, mas o reflexo de um ambiente de negócios fortalecido pelo Governo do Pernambuco e da confiança do setor produtivo em investir no nosso estado", afirma a secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto.
Em junho de 2026, o varejo ampliado de Pernambuco apresentou um crescimento de 0,8% (série com ajuste sazonal), na contramão do cenário nacional medido pelo IBGE, que registrou queda de 1,0% no mesmo período.
O desempenho estadual foi impulsionado majoritariamente pelos setores de veículos, motocicletas, partes e peças (+9,3%), atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (+4,2%) e material de construção (+4,2%).
Resultado da política econômica implementada pela gestão de Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição ao Governo do Estado, Pernambuco é o melhor estado do Nordeste para empreender.
O dado foi divulgado pelo Ranking Nacional de Liberdade para Trabalhar, elaborado pelo Instituto Liberal de São Paulo (ILISP). O levantamento também demonstrou que Pernambuco subiu da 8ª para a 3ª colocação nacional, atrás apenas do Paraná e de Goiás.
“Pernambuco tem se consolidado como um ambiente próspero e estável para se investir. O equilíbrio fiscal e a segurança jurídica favorecem o empreendedorismo e ampliam nossa capacidade de atrair mais investimentos. Desta forma, nosso Estado gera mais emprego, renda, fortalecendo nosso desenvolvimento econômico”, ressaltou Raquel.
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Na prática, o benefício representa renda para ajudar a colocar comida na mesa, cuidar dos filhos e garantir mais segurança a mulheres.
O certame terá validade de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma vez pelo mesmo período, a critério da Universidade.
Pagamento foi realizado em julho de 2026 após pedido da empresa tramitar desde 2023; contrato havia sido questionado pela área técnica do TCE-PE
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