O encontro também tem como objetivo discutir a segurança dos usuários e cobrar a liberação imediata de recursos federais para melhorias urgentes no sistema de transporte.
Metroviários convocam Assembleia Geral após incêndio no Metrô do Recife. Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
O Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro-PE) convocou toda a categoria para uma Assembleia Geral Extraordinária, que será realizada nesta quinta-feira, 30 de outubro, na Praça de Greve, localizada na Estação Central do Metrô do Recife.
O encontro tem como objetivo discutir a segurança dos usuários, cobrar a liberação imediata de recursos federais para melhorias urgentes no sistema de transporte e deliberar sobre um possível indicativo de greve.
A convocação acontece após o grave incidente registrado no último sábado, 25 de outubro, quando um trem da Linha Centro pegou fogo entre as estações Curado e Alto do Céu.
Segundo a categoria, o acidente não resultou em vítimas graças à rápida atuação do maquinista Antônio Carlos Bezerra, que, com 38 anos de experiência, conseguiu controlar a situação e evitar uma tragédia.
Para o Sindmetro-PE, o episódio evidencia a situação crítica em que se encontra o Metrô do Recife, resultado de anos de abandono, falta de investimento e omissão do governo federal. O sindicato cobra providências imediatas do presidente Lula e do Ministério das Cidades - liderado pelo ministro Jader Barbalho Filho -, responsáveis pela gestão do sistema metroviário.
“O que ocorreu no sábado é reflexo direto da negligência com o transporte sobre trilhos em Pernambuco. Não podemos esperar que uma tragédia aconteça para que medidas concretas sejam tomadas”, alerta a direção do Sindmetro-PE.
O sindicato reforça que a segurança dos trabalhadores e dos usuários deve ser prioridade e convoca a população a acompanhar e apoiar as mobilizações pela recuperação do sistema metroviário pernambucano.
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De imediato, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que compareceu ao local e realizou os procedimentos médicos necessários.
O caso será encaminhado à Polícia Civil, para identificação do proprietário do veículo e adoção das medidas legais cabíveis.
Proposta tramita na Alepe e estabelece que, das 6h às 9h e das 17h às 20h, empresas responsáveis pelo transporte público deverão destinar espaços exclusivos para passageiras.
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