João Victor, presidente da Jovem do Leão. Foto: Reprodução
A defesa de João Victor da Silva, de 27 anos, presidente da Torcida Jovem do Leão, entrou com um pedido de liberdade provisória na Justiça, na sexta-feira, 7 de fevereiro, segundo matéria do Diario de Pernambuco publicada neste sábado (8).
A polícia prendeu João Victor em flagrante após integrantes da torcida organizada do Santa Cruz o espancarem brutalmente durante uma briga.
No documento obtido pelo Diario de Pernambuco, o advogado Rômulo da Silva Brito argumenta que João Victor foi vítima de tentativa de homicídio e ressalta que não havia policiamento no local do incidente.
O líder da uniformizada, aparece em vídeos sendo agredido com socos, chutes e pauladas por rivais vestidos com camisas da Explosão Coral, antiga Inferno Coral.
O episódio ocorreu na Rua Real da Torre, no bairro da Madalena, Zona Norte do Recife, no sábado (1), horas antes do Clássico das Multidões.
Após socorrerem o presidente da organizada às pressas no Hospital da Restauração (HR), a polícia o autuou em flagrante e o juiz decretou sua prisão preventiva. Ele enfrenta acusações de associação criminosa, promoção de tumulto e incitação à violência.
De acordo com a defesa, João Victor passou por mais de uma cirurgia para retirada de sangue fora de circulação e levou mais de 100 pontos na cabeça.
Então, ele permanece internado em estado grave na UTI de um hospital em Paulista, no Grande Recife, sem previsão de alta.
De acordo com o advogado, João se deslocava com outros integrantes da organizada para o estádio do Arruda quando a facção rival o atacou. A defesa afirma que ele não portava armas, objetos contundentes ou explosivos.
Por causa do ataque, João Victor correu cerca de 400 metros antes de quatro motociclistas o alcançarem, derrubarem e espancarem até ele desmaiar.
“A Polícia Militar não estava no local de acesso ao estádio do Arruda. Pois, se estivesse, não teria acontecido esse vandalismo nem João Victor Soares da Silva teria sofrido tentativa de homicídio”, destacou o advogado.
Ele reforçou ainda que “o requerente é tão somente vítima neste caso”.
O defensor argumenta que os policiais militares ouvidos no auto de prisão em flagrante não relataram crimes cometidos por João Victor.
“A primeira vez que as testemunhas arroladas pela acusação visualizaram o requerente [foi] no leito do Hospital da Restauração no Recife”, afirmou.
A Polícia Civil informou que João Victor possui outras passagens e responde a processos por associação criminosa motivada por intolerância esportiva.
Em suma, a corporação também o aponta como líder do grupo que entrou em confronto com a Polícia Militar (PM) em Caruaru, no Agreste, durante o jogo entre Sport e Central, na semana anterior.
Da redação do Portal com informações do Diario de Pernambuco.
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