A criança estava sob responsabilidade da avó materna e de uma tia, sem a companhia dos pais.
08 de julho de 2024 às 11:14 - Atualizado às 11:27
Alex Miguel. Arte montagem: Portal de Prefeitura. Alex Miguel. Arte montagem: Portal de Prefeitura.
Na última sexta-feira, 5 de julho, Alex Miguel da Silva dos Santos, de 6 anos, se afogou em uma piscina de uma casa de praia na Ilha de Itamaracá, no Grande Recife.
Quando a família se deu conta, o menino já estava sem vida na água. O afogamento é investigado como "morte a esclarecer".
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A criança estava sob responsabilidade da avó materna e de uma tia, sem a companhia dos pais.
A mãe de Alex contou ao G1 que a criança, que era autista, não costumava ficar longe dela.
"Meu filho só vivia comigo, para onde fosse. Abri mão de tudo para cuidar dele, até deixei minha profissão de enfermeira. Ele estava bem feliz, querendo ir, dizendo 'mamãe, eu quero ir para a piscina', e meu coração de mãe apertou, né? Porque eu não estava tendo tempo para proporcionar isso para ele", contou Eliane Silva.
Para os dias que passaria na casa, Alex Miguel tinha levado uma boia, comprada pelo pai para evitar acidentes. Mas, de acordo com mãe, a criança não estava com o equipamento quando se afogou.
"Ela [a avó] tinha dito que a piscina era infantil, mas, pela foto, dá para notar que não era. Se meu filho estivesse ao menos paramentado, ele estaria vivo", disse Eliane.
Quando o menino foi encontrado na piscina pela avó e pela tia, foi levado para uma unidade de saúde, mas já estava sem vida.
O corpo de Alex foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), localizado no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife, e velado e enterrado no domingo, 7 de julho.
Eliane afirmou que quer justiça e investigação:
"Agora, para mim, o que importa é responsabilizar as pessoas que fizeram isso com meu filho. Se fosse eu, não teria sido homicídio culposo? O responsável por isso tem que pagar".
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A Prefeitura do Recife sustenta atualmente uma rede de aproximadamente 13,5 mil cargos entre comissionados e terceirizados.
Em ato de solidariedade e empatia, o grupo de policiais do sexto batalhão comprou e doou 1.672 fraldas para a criança.
A ação faz parte das atividades de monitoramento voltadas para a Semana Santa, período em que aumenta a procura por pescados para manter o controle.
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