Eduardo da Fonte se destaca em prol da saúde e na força política que ele possui em Pernambuco e na liderança à frente da Federação União Progressista, que reúne a maior bancada estadual
Eduardo da Fonte ao lado de Gleide Ângelo Foto divulgação
A deputada estadual Gleide Ângelo (PP/UP), afirmou que continuará firme em defesa do nome do deputado federal, Eduardo da Fonte, para o Senado Federal. Segundo ela, a escolha é baseada no trabalho.
Onde Eduardo da Fonte se destaca em prol da saúde e na força política que ele possui em Pernambuco e na liderança à frente da Federação União Progressista, que reúne a maior bancada estadual, o maior número de pré-candidatos e uma ampla capilaridade em todo o estado.
Em pronunciamento, Gleide Ângelo declarou seu total apoio a Eduardo da Fonte no senado:
Eu sigo o que acredito e confio no trabalho de Eduardo da Fonte. Ele tem força política, liderança consolidada na Federação União Progressista e um olhar sensível para a saúde de Pernambuco. Eduardo chega à disputa preparado não apenas para apresentar propostas, mas para mostrar tudo o que já fez como deputado federal. É um nome que tem total condição de representar nosso estado no Senado”, destacou Gleide Ângelo.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da PEC 221/2019, de coautoria do deputado federal Eduardo da Fonte, presidente da federação do União Brasil e do Progressistas (PP/UP) que prevê a redução gradual da jornada de trabalho no Brasil.
A proposta altera a Constituição para permitir modelos como o regime 5x2, com dois dias de descanso semanal. Com o aval da CCJC, o texto segue para uma Comissão Especial, que analisará o mérito antes de ir ao plenário.
Para Eduardo da Fonte, a medida representa avanço nas relações de trabalho. “É uma pauta que envolve saúde, produtividade e dignidade. O Brasil precisa acompanhar essa evolução com equilíbrio”, afirmou.
Próximas etapas
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala de trabalho 6x1 avançou mais uma etapa na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O colegiado considerou que o texto pode seguir em tramitação, após parecer do relator, o deputado Paulo Azi (União-BA), que avaliou não haver impedimentos constitucionais para a proposta.
Apesar do avanço, o conteúdo principal da PEC como definição de carga horária, jornada semanal e organização dos dias de trabalho ainda será analisado em uma comissão especial, que será criada especificamente para discutir o tema.
Com a admissibilidade aprovada, o próximo passo é a formação desse novo colegiado, cujos integrantes serão indicados pelos partidos. Essa comissão terá até 40 sessões do plenário para analisar e votar o texto. Durante esse período, também será possível apresentar sugestões de alteração, desde que feitas nas dez primeiras sessões.
Depois dessa fase, a proposta poderá seguir para votação no plenário da Câmara dos Deputados. Para que uma PEC seja aprovada, é necessário o apoio de pelo menos 308 deputados o equivalente a três quintos da Casa em dois turnos de votação.
Se passar pela Câmara, o texto segue para o Senado Federal. Caso seja aprovado nas duas Casas sem mudanças, a proposta é promulgada e passa a valer como emenda à Constituição. Por outro lado, se houver alterações relevantes, a matéria retorna para nova análise na Casa de origem.
Atualmente, existem quatro propostas sobre o mesmo tema em debate no Congresso Nacional. A tendência, segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta, é dar prioridade à tramitação da PEC já aprovada na CCJ. Esse texto reúne iniciativas apresentadas anteriormente pelos deputados Reginaldo Lopes (PT) e Erika Hilton (PSOL).
Além da proposta em tramitação, o governo federal encaminhou recentemente um projeto de lei com urgência sobre o mesmo assunto. A principal diferença está na forma de compensação da jornada, ponto considerado sensível pela equipe econômica. Mesmo assim, a sinalização da Câmara é priorizar a análise da PEC.
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