Coren-PE realiza FIZCALIZAÇÃO em hospital da UNIMED após MORTE de menina de QUATRO ANOS Foto: Reprodução / Redes Sociais
O Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE) esteve na quinta-feira , 16 de janeiro, na Unimed Recife para realizar uma inspeção no hospital, após o falecimento de Bruna Brito, de apenas 4 anos, ocorrido em dezembro de 2024. A fiscalização, realizada por enfermeiros fiscais e assessores jurídicos do Conselho, visa investigar a atuação da equipe de enfermagem no caso que ganhou repercussão.
Bruna deu entrada com sintomas de amigdalite e passou por diversos procedimentos médicos, como exames e intubação. Porém, a criança não teve a melhora esperada, e seu quadro de saúde piorou. Os pais da menina alegam que ouviram um barulho estranho vindo do quarto enque a garota estava e acreditam que a filha tenha sido derrubada do leito durante a transferência para outro procedimento.
Em outro momento, a mãe de Bruna, Gabriela Brito, afirmou que viu uma enfermeira saindo do quarto com roupa manchada de sangue. Segundo a profissional, Bruna teria retirado o tubo de respiração sozinha, mas os pais não acreditaram nessa explicação. Após a fiscalização, o Coren-PE informou que ainda está finalizando o relatório da vistoria, sem apontar até o momento qualquer irregularidade nos procedimentos realizados pela equipe de enfermagem.
O caso segue sob investigação, e a família de Bruna aguarda mais esclarecimentos, enquanto o Coren-PE analisa os detalhes do atendimento prestado à criança.
A conduta dos médicos que atenderam Bruna Brito Barbosa de Araujo, de apenas 4 anos, está sendo investigada pelo Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, depois que a criança faleceu após receber o primeiro atendimento para tratar uma amidalite.
De acordo com a denúncia, Bruna deu entrada na unidade de saúde com sintomas de resfriado e suspeita de amigdalite. A médica responsável inicialmente recomendou a aplicação de uma injeção de Benzetacil, mas os pais, após resistência, acabaram aceitando o tratamento. No entanto, mesmo após a aplicação, a criança não apresentou melhora significativa, o que levou os pais a retornarem à unidade no dia seguinte.
A vice-presidente do Cremepe, Claudia Beatriz de Andrade, informou que as investigação seguirão em sigilo para que não existam interferências no processo de apuração dos fatos. A sindicância tem um prazo inicial de 90 dias, mas o período pode ser prorrogado cado o sindicante considere necessário. Mas, segundo a representante do órgão as investigações podem chegar a cinco anos.
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