Cláudia Lima Gusmão Cacho. Foto: divulgação
Nesta quarta-feira (1º), o Exército Brasileiro rompe uma barreira histórica com a promoção da médica recifense Cláudia Lima Gusmão Cacho ao posto de General de Brigada. A cerimônia, realizada no Clube do Exército, em Brasília, oficializa a ascensão da primeira mulher a atingir o oficialato-general na história da Força Terrestre.
Pernambucana e graduada em Medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE), com especialização em pediatria, Cláudia Cacho consolidou uma carreira de quase 30 anos marcada pela disciplina e pela competência técnica. Após a promoção, ela assumirá um dos cargos mais estratégicos da saúde militar: a direção do Hospital Militar de Área de Brasília (HMAB).
A escolha para o generalato não é apenas uma questão de antiguidade, mas o resultado de um rigoroso processo de seleção conduzido pelo Alto Comando do Exército. Os critérios incluem:
Cláudia foi a única mulher entre os oficiais promovidos nesta etapa, destacando-se em um universo tradicionalmente masculino. Em suas declarações, a nova General ressaltou que a conquista é o reflexo do cumprimento rigoroso dos requisitos da carreira e da abertura gradual de espaços para as mulheres na instituição.
A ascensão de Cláudia Cacho é celebrada na comunidade acadêmica e militar de Pernambuco. Sua formação na UPE e o início de sua jornada em unidades de saúde do estado serviram de base para uma carreira que agora atinge o topo da hierarquia militar.
O Hospital Militar de Área de Brasília, que passará a ser dirigido pela pernambucana, é uma unidade de referência que atende militares e dependentes na capital federal, exigindo alta capacidade de gestão hospitalar e visão estratégica — competências que fundamentaram sua escolha pelo Alto-Comando.
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A programação inclui artistas dos segmentos gospel e católico em quatro noites com mensagens de fé, ampliando ainda mais o alcance do evento.
Segundo a pernambucana, a música cristã nasce de vivência, oração, intimidade com Deus e experiência espiritual.
A iniciativa é voltada especialmente para famílias com renda de até dois salários mínimos, priorizando mulheres chefes de família e mães de crianças atípicas.
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