Agentes no local do abatedouro clandestino, em Petrolina. Foto: Divulgação
Uma operação conjunta em Petrolina desarticulou um abatedouro clandestino e encontrou 44 animais, entre caprinos e ovinos.
A ação, realizada na última semana, contou com a participação da Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS), da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE). No local, os responsáveis já haviam abatido 28 animais.
O abate irregular compromete a segurança alimentar, pois os animais não passaram por avaliação veterinária, essencial para garantir que a carne seja própria para consumo.
Durante a fiscalização, a equipe apreendeu as carnes já cortadas e as vísceras. Eles encaminharam os animais vivos ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e só os devolverão mediante apresentação da GTA, emitida pela ADRAGRO, além do pagamento de multa, que varia de R$ 200 a R$ 600 por animal.
A PCPE, em parceria com a CPRH, Polícia Militar (CIPOMA e 2º BPM) e o Instituto de Criminalística, deflagrou a Operação Policial Ambiental Macellum em outubro do ano passado.
A operação teve como objetivo combater maus-tratos a animais e crimes ambientais em um matadouro clandestino localizado no município de Tracunhaém, Zona da Mata Norte de Pernambuco.
Ao chegar ao local, as autoridades flagraram um homem carregando aproximadamente 760 kg de carne bovina, proveniente de bois da raça nelore, na carroceria de uma caminhonete.
A carne estava sendo retirada de um abatedouro irregular. Diante da movimentação suspeita, as equipes policiais e peritos adentraram o local, onde confirmaram o abate recente de animais e a prática ilegal de esquartejamento.
Durante a ação, a equipe apreendeu facões, facas e outros instrumentos usados no abate. Peritos do Instituto de Criminalística também recolheram amostras de sangue e carne para análise laboratorial.
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Até o momento, o projeto em Caruaru já gerou 250 vagas de empregos diretos, e outras 350 pessoas estão em fase de seleção.
As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Apesar da autorização já ter sido publicada, as contratações ainda não estão abertas. O decreto apenas permite o início do processo. Agora, caberá aos órgãos responsáveis divulgar as portarias.
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