Presidente Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR.
A possibilidade de um novo concurso público para o Ministério de Minas e Energia, do governo Lula, continua em pauta e desperta a atenção de candidatos que aguardam oportunidades no serviço público federal. O certame ainda depende de autorização formal do Ministério da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, que analisa um pedido encaminhado ao longo de 2025.
Até o momento, o processo segue em fase de avaliações internas, o que impede a definição de uma data para a publicação do edital. Apesar disso, o pedido já detalha a quantidade de vagas solicitadas e as carreiras pretendidas, o que mantém o concurso no radar de quem acompanha seleções federais.
O pedido de autorização contempla o preenchimento de 185 vagas em diversos cargos. Embora o quantitativo por função ainda não tenha sido divulgado, o ministério já indicou as carreiras incluídas na solicitação.
Entre elas estão administrador, analista administrativo, agente administrativo, arquiteto, arquivista, assistente social, contador, economista, enfermeiro, engenheiro, geólogo, médico, odontólogo, psicólogo, químico, técnico em contabilidade e técnico em comunicação social.
As oportunidades abrangem áreas administrativas, técnicas e de apoio especializado, refletindo a atuação ampla do órgão nas políticas públicas ligadas aos setores de energia e mineração no país.
O Ministério de Minas e Energia foi criado em 1960, durante o governo de Juscelino Kubitschek, por meio da Lei nº 3.782, de 22 de julho daquele ano. Antes da criação da pasta, os temas relacionados a minas e energia eram responsabilidade do Ministério da Agricultura. Desde então, o órgão passou a centralizar políticas estratégicas ligadas ao desenvolvimento energético e mineral do Brasil.
A seleção mais recente do ministério ocorreu em 2023. Na ocasião, o concurso ofertou 30 vagas imediatas para o cargo de administrador e contou com organização do Cebraspe. O processo exigiu formação de nível superior e cumprimento de requisitos como nacionalidade brasileira ou portuguesa, regularidade eleitoral, idade mínima de 18 anos e aptidão física e mental.
A prova objetiva contou com 120 questões, distribuídas entre conhecimentos básicos e específicos. Os conteúdos incluíram língua portuguesa, raciocínio lógico, ética na administração pública, direito administrativo e temas ligados à administração geral e pública.
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A classificação ocorre em etapa única. A comissão responsável avalia os candidatos por meio de análise de títulos e experiência profissional comprovada.
Os candidatos passam por diferentes fases durante a seleção. A empresa realiza análise de currículo, entrevistas e avaliações técnicas.
Os candidatos precisam ter ensino médio completo para concorrer aos cargos. O edital exige idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos até a data limite de inscrição.
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