A iniciativa integra a participação da faculdade em encontros científicos para além do ambiente acadêmico. Recentemente, a FMO também esteve presente no Simpósio do EndoRecife, dedicado à Endocrinologia.
FMO marca presença em congressos científicos. Foto: Divulgação.
A Faculdade de Medicina de Olinda (FMO) participou do XLV Congresso Norte e Nordeste de Cardiologia, realizado nesta quinta-feira, 20 de agosto, no Shopping RioMar, no Recife. A instituição promoveu um simpósio na programação do evento, reunindo médicos, professores e estudantes em torno de temas como diabetes, inteligência artificial e novas tecnologias aplicadas ao diagnóstico.
Participaram das atividades o diretor-acadêmico da FMO, Dr. Ruy Lyra, Dr. Lucio Vilar e os professores e cardiologistas Dr. Silvio Paffer, Dr. Eduardo Paixão e Dra. Claudia Rodrigues, além de estudantes da instituição.
A iniciativa integra a participação da faculdade em encontros científicos para além do ambiente acadêmico. Recentemente, a FMO também esteve presente no Simpósio do EndoRecife, dedicado à Endocrinologia.
Durante o simpósio, Ruy Lyra apresentou a palestra “Rastreamento e tratamento da doença cardiovascular em pessoas com DM2”, abordando a relação entre o diabetes mellitus tipo 2 e o desenvolvimento de problemas cardiovasculares.
O médico apresentou dados sobre o avanço da doença e as projeções para as próximas décadas. Segundo os números apresentados, a população mundial vivendo com diabetes poderá crescer cerca de 45% até 2050 em comparação com 2024, chegando a aproximadamente 852 milhões de pessoas.
A exposição também tratou da importância do diagnóstico precoce e dos impactos da doença na expectativa de vida, especialmente quando o diabetes se desenvolve mais cedo.
“A FMO trabalha além muros e trabalha eminentemente na perspectiva acadêmica, como fizemos recentemente também no Simpósio do EndoRecife, um Congresso de Endocrinologia”, afirmou Lyra durante a abertura do ciclo de palestras.
O cardiologista Silvio Paffer apresentou a evolução dos métodos de aferição da pressão arterial, desde as primeiras técnicas experimentais até os atuais dispositivos vestíveis, conhecidos como wearables, associados a recursos de inteligência artificial.
A discussão destacou como novas ferramentas podem contribuir para o acompanhamento dos pacientes e modificar a rotina dos profissionais de saúde.
“O médico nunca será substituído pelas IAs, mas terá de se adaptar a elas”, afirmou Paffer.
O professor Eduardo Paixão abordou o emprego da inteligência artificial em exames de imagem, incluindo aplicações relacionadas à medicina nuclear e à angiotomografia.
A apresentação mostrou como recursos computacionais vêm sendo incorporados à análise de exames e podem auxiliar profissionais na avaliação e no acompanhamento de pacientes.
Paixão também ressaltou a presença dos estudantes e o contato proporcionado pelo congresso com especialistas da área.
“Foi maravilhosa essa participação neste primeiro evento da FMO junto à Cardiologia, com a presença de muitos colegas médicos da área e muitos alunos da instituição”, afirmou.
Além da programação acadêmica, a Faculdade de Medicina de Olinda patrocinou o congresso, fortalecendo a integração entre estudantes, professores e profissionais em discussões sobre avanços científicos e tecnológicos na Cardiologia.
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Após a homologação do resultado final, o certame terá validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação uma única vez pelo mesmo período.
Segundo a administração municipal, os candidatos não compareceram no período determinado para apresentar a documentação e os exames exigidos para admissão.
O processo seletivo terá etapa única, composta por análise curricular, considerando escolaridade, experiência profissional e cursos de capacitação.
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