Agente do IBGE. Foto: Reprodução
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou que enviou, em abril deste ano, um ofício ao Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) pedindo o provimento adicional de até 25% das vagas autorizadas no concurso para servidores efetivos realizado pelo Concurso Nacional Unificado (CNU) 2024.
O documento inclui a solicitação para a chamada de 224 candidatos excedentes. Entre os cargos mencionados, estão 69 vagas para analistas de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Informações Geográficas e Estatísticas, 78 para tecnologistas em Informações Geográficas e Estatísticas, 2 para pesquisadores e 75 para técnicos em Informações Geográficas e Estatísticas.
O IBGE reforçou que ainda não há definição sobre quais blocos temáticos ou especialidades serão contemplados, nem previsão para autorização. A legislação atual permite que até 25% das vagas imediatas sejam preenchidas por meio do cadastro de reserva, desde que haja previsão orçamentária.
De acordo com informações repassadas pelo instituto, o aproveitamento desses excedentes deve constar no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026, que será encaminhado ao Congresso Nacional até o dia 31 de agosto.
Enquanto isso, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) também analisa uma nova rodada de autorizações para a convocação de excedentes ainda neste mês, mas não detalhou quais órgãos federais serão contemplados.
Atualmente, o MGI consolida as vagas imediatas que ainda não foram preenchidas nos órgãos participantes do CNU 2024. O IBGE, por sua vez, informou ao ministério, no dia 31 de julho, o número de vagas que seguem abertas em seu quadro.
O instituto explicou que não tem acesso à lista do cadastro de reserva, já que a distribuição de candidatos segue critérios definidos nos editais do concurso, de acordo com a ordem de preferência dos participantes.
Por isso, cabe ao MGI processar a lista e organizar a convocação de excedentes, considerando os impactos sobre outros órgãos que também participaram do certame.
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Os candidatos precisam ter ensino médio completo para concorrer aos cargos. O edital exige idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos até a data limite de inscrição.
Nesta fase, os participantes precisam encaminhar documentos que comprovem formação e experiência. A banca utiliza esses dados para atribuir pontos extras na classificação final.
A proposta já recebeu aprovação da Câmara dos Deputados e agora aguarda a votação final. Do total de cargos, 232 são destinados a analista judiciário e 242 para técnico judiciário.
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