A situação ganhou novos contornos após declaração do presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí, que elogiou a atuação da banca organizadora.
Concurso Polícia Civil Piauí. Foto: Reprodução.
O concurso público da Polícia Civil do Piauí, realizado no último domingo, dia 25 de janeiro, passou a ocupar o centro das discussões entre candidatos e profissionais da área. A aplicação das provas objetiva e discursiva, sob responsabilidade da Fundação Getulio Vargas, gerou forte repercussão entre os candidatos.
Os relatos apontam insatisfação generalizada com o nível de dificuldade das avaliações, sobretudo na disciplina de Informática, considerada por muitos acima do esperado para o cargo de Oficial Investigador.
Candidatos afirmam que a prova apresentou questões extensas e de alto grau de complexidade. A percepção predominante indica que o conteúdo exigiu aprofundamento técnico elevado, o que surpreendeu parte dos concorrentes que se prepararam com base em editais e seleções anteriores. Além do conteúdo, a forma de cobrança também despertou questionamentos, especialmente pela combinação entre prova objetiva, discursiva e critérios rígidos de eliminação.
Outro ponto que gerou debate foi a aplicação da cláusula de barreira prevista no edital. A regra exige que o candidato atinja, no mínimo, 50% de acertos em cada disciplina de forma isolada.
Na prática, esse critério pode eliminar candidatos com desempenho geral satisfatório, mas que não alcançaram o percentual mínimo em apenas uma matéria. Esse modelo de avaliação passou a ser citado como fator decisivo para a possível redução do número de aprovados.
Dados extraoficiais divulgados por plataformas especializadas em ranqueamento de notas sugerem que menos de 15 candidatos teriam atingido o perfil mínimo exigido até o momento. Caso esse cenário se confirme, o número fica muito abaixo das 150 vagas imediatas previstas no edital do concurso. Esses levantamentos ainda não possuem confirmação oficial, mas contribuíram para ampliar a apreensão entre os participantes.
A situação ganhou novos contornos após declaração do presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí, que elogiou a atuação da banca organizadora. O posicionamento provocou críticas de candidatos e profissionais, que consideraram a fala desconectada das dificuldades relatadas por quem realizou as provas.
O concurso da Polícia Civil do Piauí permanece sob atenção de candidatos, entidades e observadores. A expectativa agora gira em torno de possíveis posicionamentos oficiais da banca organizadora e da administração pública estadual, diante da repercussão gerada após a aplicação das provas.
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