Prefeitura de Itambé Foto: Divulgação
Um grupo de 270 aprovados no concurso público de Itambé, em Pernambuco, enfrenta incertezas desde que a posse coletiva, prevista para novembro de 2024, foi suspensa por decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), a pedido do prefeito eleito.
A decisão também afastou 12 servidores que já haviam sido empossados.
Os aprovados relatam que muitos gastaram valores elevados com exames médicos exigidos para a posse e, em alguns casos, até deixaram seus empregos para assumir os cargos.
Outros afirmaram que abriram mão de participar de outros concursos públicos, confiando na estabilidade do cargo em Itambé.
No dia 17 de dezembro, o TCE-PE reconsiderou parte da decisão, determinando que os 12 servidores afastados voltassem às suas funções.
Além disso, o tribunal proibiu o prefeito eleito de realizar contratações temporárias, exigindo que as nomeações do concurso sejam priorizadas a partir de 1º de janeiro de 2024.
Segundo o grupo o município conta com cerca de 360 servidores efetivos, número que seria insuficiente para atender à demanda de diversos setores, especialmente após o encerramento de mais de 1.000 contratos temporários em novembro e dezembro.
Com o retorno das atividades nos Postos de Saúde da Família (PSFs) em janeiro e o início do ano letivo em fevereiro, a falta de clareza sobre as nomeações agrava a preocupação entre os aprovados.
O grupo também afirmou que apesar das determinações do TCE-PE, o prefeito eleito não se manifestou sobre o cronograma para a posse dos nomeados. A ausência de informações aumenta a ansiedade entre os aprovados, que também relatam ataques vindos de figuras públicas e veículos de comunicação locais.
Os aprovados afirmam que, em algumas ocasiões, foram desrespeitados e desacreditados por membros do poder público. Um vereador da atual gestão chegou a chamá-los de "baba-ovo" e algumas pessoas ligadas à comissão dos aprovados foram impedidas de entrar na Câmara Municipal no dia da posse do prefeito.
Os cargos que aguardam preenchimento incluem áreas estratégicas como saúde (cirurgião-dentista, auxiliar de saúde bucal, enfermeiros, técnicos de enfermagem), educação (professores da educação infantil e anos iniciais), serviços gerais, motoristas e agentes de combate a endemias, entre outros.
O grupo de aprovados espera que o prefeito eleito cumpra a determinação do TCE-PE e priorize as nomeações, garantindo a continuidade dos serviços públicos e o respeito aos direitos dos concursados.
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