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Stellantis confirma a produção de seis modelos híbridos nacionais em Pernambuco e Minas

O grupo automotivo utiliza a tecnologia Bio-Hybrid para eletrificar as linhas da Fiat e da Jeep no mercado brasileiro.

Beto Dantas

23 de março de 2026 às 16:14   - Atualizado às 16:14

Fábrica da Stellantis em Goiana

Fábrica da Stellantis em Goiana Foto: Divulgação/Stellantis

A trajetória da Stellantis no Brasil em março de 2026 é marcada por uma virada tecnológica sem precedentes em suas plantas industriais. O grupo anunciou o lançamento de seis novos modelos equipados com a tecnologia Bio-Hybrid, que serão produzidos nos polos de Betim e Goiana. De acordo com o portal AutoData, a estratégia foca na hibridização de motores flex, utilizando a base dos propulsores turbo que já equipam os veículos mais vendidos das marcas Fiat e Jeep em solo nacional.

O protagonismo do Polo Automotivo de Goiana

O andamento da produção em Pernambuco é peça-chave para o sucesso dessa nova era eletrificada da Stellantis. Segundo o portal G1, a fábrica de Goiana recebeu investimentos bilionários para adaptar as linhas de montagem dos modelos Jeep Compass e Commander. Conforme destacado por executivos do grupo, a trajetória de desenvolvimento local permitiu que o sistema elétrico fosse totalmente integrado ao combustível renovável, garantindo que o etanol seja o protagonista da descarbonização em 2026.

Funcionamento do sistema Bio-Hybrid flex

A tecnologia desenvolvida pela engenharia brasileira funciona através de um motor elétrico multifuncional que substitui o alternador e o motor de partida. De acordo com a revista Quatro Rodas, esse sistema de hibridização leve ajuda a reduzir o consumo de combustível em trajetos urbanos, onde o motor a combustão é mais exigido. Segundo o portal Motor1, o rumo tecnológico escolhido pela Stellantis foca na acessibilidade, permitindo que a tecnologia híbrida chegue a modelos de maior volume de vendas e não apenas aos segmentos de luxo.

Prós e Contras da tecnologia Bio-Hybrid

Prós Contras
Sustentabilidade: Baixa emissão de carbono com o uso de etanol nacional. Potência Elétrica: O sistema leve não move o carro sem o motor a combustão.
Custo: Manutenção simplificada por utilizar componentes de larga escala. Complexidade: Adição de baterias de lítio exige novos protocolos de segurança.
Eficiência: Recuperação de energia durante as frenagens para recarregar o sistema. Peso: O conjunto elétrico adiciona carga extra ao chassi dos veículos.

Impacto econômico e futuro da produção em Pernambuco

O rumo dos investimentos em Goiana também reflete na economia de Pernambuco através da criação de novos empregos qualificados e do fortalecimento do parque de fornecedores. De acordo com o Jornal do Commercio, a cadeia produtiva local está sendo ampliada para atender à demanda por componentes eletrônicos de alta voltagem que antes eram importados. Conforme detalhado por analistas do setor, essa trajetória de industrialização tecnológica consolida o estado como um hub automotivo de referência para toda a América Latina em 2026 garantindo competitividade frente aos modelos que chegam de outros mercados.

 

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