O aplicativo se manifestou durante o último dia da audiência pública convocada para debater sobre o tema.
11 de dezembro de 2024 às 13:30 - Atualizado às 13:56
Motorista da Uber. Foto:Tero Vesalainen/Shutterstock
No Supremo Tribunal Federal (STF), a plataforma Uber defendeu nesta terça-feira, 10 de dezembro, que modelo de trabalho dos motoristas do aplicativo é incompatível com o vínculo de emprego previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A Uber se manifestou durante o último dia da audiência pública convocada para debater a controvérsia sobre o vínculo de emprego entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.
O aplicativo se manifestou durante o último dia da audiência pública convocada para debater a controvérsia sobre o vínculo de emprego entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.
Segundo a representante da plataforma, 5 milhões de brasileiros receberam cerca de R$ 140 bilhões de renda ao longo de dez anos, período no qual a plataforma está no país.
A advogada disse que o perfil dos motoristas da plataforma é formado por pessoas empregadas que buscam renda extra, aposentados que voltaram ao mercado de trabalho, desempregados que ainda não conseguiram recolocação e mulheres que buscam independência financeira.
"O que une esses perfis tão variados? A liberdade de escolher onde e quando se ativar na plataforma. Uma liberdade que é incompatível com as obrigações de um vínculo de emprego, como previsto hoje na CLT", afirmou.
Caroline também disse que a empresa já assumiu globalmente o compromisso de maior proteção social aos trabalhadores.
"Nós acreditamos no aperfeiçoamento da regulamentação para garantir a proteção previdenciária e a proteção social aos motoristas e que viabilize a livre iniciativa e o valor social do trabalho", completou.
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A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à qualificação profissional gratuita, voltada a quem pretende entrar no mercado de trabalho.
A cada vez que determinado público garante o ingresso, a bebida vai ficar mais barata.
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