O advogado da suspeita, Júlio Quirino, afirmou que o motivo do crime seriam ameaças e violência doméstica sofridas por ela.
15 de janeiro de 2025 às 09:10 - Atualizado às 09:31
O envenenamento aconteceu na última quarta-feira (8). Divulgação
Na tarde desta terça-feira, 14 de janeiro, na Delegacia de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, uma mulher de 34 anos se apresentou as autoridades confessando ter envenenado o companheiro de 40 anos, que morreu no último domingo (12)
Em entrevista à TV Jornal Interior, Júlio Quirino, o advogado da suspeita, disse que o motivo do crime seriam ameaças e violência doméstica sofridas por ela. O envenenamento aconteceu na última quarta-feira (8), quando o homem deu entrada na UPA passando mal. Com o falecimento da vítima, o caso passou de tentativa de homicídio para homicídio qualificado, pelo uso do veneno.
Os nomes da vítima e da suspeita não foram divulgados oficialmente. Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Bruno Machado, inicialmente a suspeita teria negado envolvimento com o crime.
De acordo com o advogado da suspeita, a mulher afirmou ter comprado alimentos e "chumbinho" na feira e no centro de Caruaru e oferecido ao companheiro a comida envenenada.
Apesar da confissão, o delegado informou que as investigações continuam.
"A gente não vai ter só a confissão dela, porque futuramente ela pode reverter esse depoimento. A gente vai aguardar a perícia técnica dos alimentos que foram apreendidos, na residência da vítima também foi feita uma perícia", explicou.
Ainda segundo o delegado, outras testemunhas serão ouvidas para a conclusão do inquérito. Atualmente, a suspeita do crime responde em liberdade.
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O alerta foi divulgado na ultima quinta-feira (12) pela agência estatal KCNA.
Ela sustentou que sofreu abalo moral, psicológico e dano à integridade física em razão do atendimento médico.
No campo eleitoral, esse grupo tem peso estratégico relevante, especialmente em disputas nacionais.
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