Bianca Caldeira, acusada de matar o namorado. Foto: Reprodução
Bianca Caldeira, de 22 anos, foi indiciada por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual após ser acusada de matar seu namorado, Junior Pereira Barbosa, de 27 anos, com veneno de rato.
O crime ocorreu no final de dezembro de 2023, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, após Junior desistir de um casamento marcado em cartório.
De acordo com o inquérito da Polícia Civil, Bianca envenenou uma pizza com veneno de rato e asfixiou o companheiro até a morte.
O corpo foi encontrado em uma área de construção no terreno da casa de Bianca, enrolado em um cobertor e uma lona.
Segundo o delegado Marcos Ribeiro, da Delegacia Especializada em Homicídios, a motivação do crime foi fútil.
“Ela não se contentava só com o namoro e queria, de qualquer forma, se casar”, afirmou. Bianca e Junior estavam em um relacionamento de seis anos.
A polícia revelou que a relação era marcada por ciúmes e controle excessivo. Bianca, inclusive, tinha um amante, mas ainda não há informações sobre seu envolvimento no crime.
Apesar de Bianca ter comprado alianças e pago as taxas do cartório, ele não compareceu à cerimônia, o que levou a acusada a tomar medidas extremas. Ela teria consultado o amante sobre onde comprar veneno de rato, alegando uma infestação em sua casa, antes de adicionar o veneno à pizza que matou o namorado.
Bianca está sendo investigada por homicídio qualificado por motivo fútil, emprego de veneno, ocultação de cadáver, incêndio e fraude processual. A polícia segue apurando o caso para esclarecer todos os detalhes do crime.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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