Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quinta-feira, 3, que o Brasil vai tomar "todas as medidas cabíveis" para defender o País após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impor uma taxação de 10% nas exportações brasileiras que entram nos EUA.
Segundo ele, a atuação terá como referência a lei da reciprocidade econômica aprovada na quarta-feira, 2, pelo Congresso e as diretrizes da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em discurso no evento de dois anos de governo, Lula afirmou que o País não tolera ameaças à democracia e não bate continência para nenhuma outra bandeira "que não seja a verde a amarela".
"É um país que fala igual para igual e respeita todos os países dos mais pobres aos mais ricos, mas que exige reciprocidade no tratamento. Defendemos o multilateralismo e o livre comércio e responderemos a qualquer tentativa de impor protecionismo que não cabe mais hoje no mundo", declarou Lula.
E acrescentou: "Diante da decisão dos EUA de impor sobretaxa, tomaremos todas as medidas cabíveis para defender nossas empresas e trabalhadores brasileiros."
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto que antecipa o 13º salário a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), nesta quinta-feira, 3 de abril, durante a cerimônia "O Brasil dando a volta por cima", que celebra os dois anos do atual governo.
De acordo com informações do evento, a primeira parcela da antecipação será paga em abril, e a segunda, em maio deste ano.
Na solenidade em Brasília, Lula fez um breve discurso na presença de autoridades.
A cerimônia exaltou programas sociais como o Minha Casa Minha Vida, o Pé-de-Meia e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de iniciativas como a valorização do salário mínimo e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Estadão Conteúdo
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