Uma desembargadora do TRF6 julgou um pedido de habeas corpus no último dia 28 de abril, segundo informações da coluna Maquiavel, da revista Veja.
04 de maio de 2023 às 12:00
A desembargadora Luciana Pinheiro Costa, do Tribunal Regional Federal da 6° Região (TRF6), negou parcialmente um pedido de habeas corpus em favor de Adélio Bispo de Oliveira. A decisão ocorreu no dia 28 de abril. As informações são da coluna Maquiavel, da revista Veja. A magistrada se manifestou após a uma ação movida pela advogada Neide Nascimento de Jesus, do Rio de Janeiro, que fez dois pedidos à Justiça. Um deles era para declarar extinta a medida de segurança imposta à Adélio, por tempo indeterminado, com base na revogação da antiga Lei de Segurança Nacional. O outro era para tentar limitar o prazo máximo em que Adélio deverá ficar recolhido. Segundo a juíza, não é possível reconhecer a extinção da punibilidade, visto que a medida é de competência de juízos de execuções. No entanto, foi fixado um prazo para que Adélio possa ficar livre: 20 anos. Em 2018, Adélio esfaqueou o então candidato a presidente Jair Bolsonaro. O ataque aconteceu em Juiz de Fora (MG). Adélio está no Presídio Federal de Campo Grande (MS). Leia mais: >>> Ministra do TSE determina remoção de post que associa Lula a Adélio Bispo, irmão de homem que esfaqueou o presidente Jair Bolsonaro Relação com PCC Uma investigação da Polícia Federal que está em andamento cita uma possível relação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) com pagamentos feitos para a defesa de Adélio Bispo, autor da facada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em setembro de 2018. A informação foi divulgada no dia 19 de abril, pelo jornal Folha de S.Paulo. De acordo com o veículo, a tese é fundamentada em pagamentos feitos por acusados de integrar a facção e que tiveram como destinatário um dos advogados que defendeu Adélio. Os repasses, porém, foram feitos dois anos depois do crime contra Bolsonaro. Ainda segundo a Folha, integrantes da atual direção da PF consideram a hipótese como inconsistente. O novo andamento do inquérito aconteceu após a Justiça autorizar o acesso ao conteúdo do celular de um dos advogados que fizeram parte da defesa de Adélio e depois de um novo delegado da PF assumir o caso. Já a inconsistência apontada pela cúpula da PF estaria justamente no fato de que os pagamentos sob suspeita foram realizados apenas dois anos após o atentado. Da redação do Portal com informações do Pleno News
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