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Anvisa manda recolher lote de whey protein da marca Piracanjuba

A determinação foi publicada nesta sexta-feira, 6 de junho.

Fernanda Diniz

06 de junho de 2025 às 17:39   - Atualizado em 07 de junho de 2025 às 17:58

Whey Protein.

Whey Protein. Foto: Freepik

Anvisa determinou, na sexta-feira, 6 de junho, o recolhimento do lote 23224 do produto Whey Protein Suplemento Alimentar em Pó, sabor chocolate, da marca Piracanjuba.

O lote apresentou resultado insatisfatório no ensaio de contagem de Staphylococcus aureus, em laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal.

O Staphylococcus aureus é uma bactéria que, quando presente em níveis acima do permitido em alimentos, pode representar um sério risco à saúde. Isso porque pode produzir toxinas que causam intoxicação alimentar, levando a sintomas como náuseas, vômitos, cólicas e diarreia.

O que fazer se tiver adquirido o produto

Caso você possua o lote informado, entre em contato com a empresa para orientações sobre o procedimento de recolhimento ou substituição. O número do lote pode ser verificado na embalagem do produto. 

Nota da marca 

Foi enviado ao site Portal de Prefeitura uma nota do posicionamento da marca. Confira abaixo: 

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Em vista da medida tomada pela Anvisa em relação ao Whey em Pó Piracanjuba, a empresa esclarece que possui laudo atestando a regularidade e a conformidade do produto emitido por laboratórios credenciados pela própria agência sanitária. A companhia informa que tomará as providências cabíveis para a resolução do tema.

Anvisa proíbe café 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, venda e divulgação de três marcas de café em pó no Brasil. A decisão foi tomada após a detecção da toxina ocratoxina A, substância nociva à saúde humana.

As marcas banidas são Melissa, Pingo Preto e Oficial, que já haviam sido consideradas impróprias para consumo pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no mês de março.

Além da presença da toxina, as três marcas apresentaram níveis elevados de impurezas e matérias estranhas.

Os produtos ainda descumpriram normas básicas de rotulagem ao anunciarem ingredientes de qualidade que, na prática, não estavam presentes nas embalagens.

As análises laboratoriais confirmaram que os cafés vendidos pelas marcas continham grãos crus, resíduos agrícolas e até materiais como galhos, areia e pedras.

Com base nesses dados, a Anvisa publicou uma resolução proibindo a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos produtos.

A medida vale para todos os lotes disponíveis no mercado, e os fabricantes devem recolher imediatamente os estoques.

Segundo o Mapa, os testes realizados em laboratórios oficiais indicaram uma concentração de matérias estranhas acima do limite legal de 1%, determinado pela legislação brasileira.

O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, explicou que as amostras analisadas não apresentaram características de um café verdadeiro.

Segundo ele, os produtos não continham café torrado e moído de qualidade, mas sim uma mistura de restos agrícolas sem valor nutricional.

“Era lixo da lavoura. Os ingredientes analisados não podem ser considerados alimento”, afirmou.

Com informações do Gov.br

 

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