Donald Trump e feto Fotos: Tia Dufour/ Casa Branca e Shutterstock
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reinstaurou na última sexta-feira, 24 de janeiro a Política da Cidade do México, medida que proíbe o uso de recursos federais americanos para financiar organizações estrangeiras que realizam ou promovem o aborto como método de planejamento familiar.
A decisão foi oficializada por meio de uma ordem executiva que revoga a diretriz de 2021, emitida pelo ex-presidente Joe Biden, que havia eliminado a política.
A regra, originalmente adotada pelo republicano Ronald Reagan em 1985, tem sido alvo de alterações a cada troca de governo.
Desde sua implementação, a medida foi revogada por presidentes democratas e restaurada por republicanos.
Durante seu primeiro mandato, Trump expandiu o alcance da política para abranger novas iniciativas de saúde pública financiadas pelo governo.
A medida proíbe que organizações não governamentais (ONGs) estrangeiras que promovam ou realizem abortos recebam recursos federais dos Estados Unidos. No entanto, governos estrangeiros e alguns grupos internacionais continuam isentos dessa regra.
A política ganhou seu nome popular em 1984, quando foi apresentada na II Conferência Internacional sobre População da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada na Cidade do México.
A restauração da política foi elogiada por ativistas pró-vida. O deputado republicano Chris Smith, de Nova Jersey, declarou esperar que o retorno da regra permita uma revisão abrangente dos programas internacionais que recebem financiamento federal.
Smith, que foi um dos defensores originais da medida durante a gestão Reagan, ressaltou a necessidade de supervisão rigorosa do uso de dinheiro público.
Ele citou o caso em que fundos do Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da AIDS (PEPFAR) foram usados para realizar abortos em Moçambique, como exemplo da necessidade de maior controle.
A decisão de Trump integra uma série de ordens executivas emitidas em sua primeira semana de mandato, abordando temas como mudanças climáticas, imigração, pena de morte e ideologia de gênero.
Algumas dessas medidas receberam críticas da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que expressou preocupações sobre determinados pontos das novas diretrizes.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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