Embora não tenha especificado, o presidente fez a declaração meses após diversos protestos contra a guerra de Israel em Gaza ocorrerem nas instituições de ensino dos Estados Unidos.
Donald Trump em discurso. Foto: Divulgação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta terça-feira, 4 de março, declarou que cortará o financiamento de escolas, faculdades e universidades que permitirem "protestos ilegais". No entanto, o republicano não detalhou o que considera como ilegal.
“Todo o financiamento federal para qualquer escola de ensino médio, faculdade ou universidade que permita protestos ilegais será interrompido”, escreveu Trump na rede Truth Social.
“Os agitadores serão presos ou enviados permanentemente de volta ao país de onde vieram. Os estudantes americanos serão permanentemente expulsos ou, dependendo do crime, presos. Sem máscaras”, concluiu o presidente dos Estados Unidos.
Embora não tenha especificado, o presidente fez a declaração meses após diversos protestos contra a guerra de Israel em Gaza ocorrerem em universidades dos Estados Unidos.
Durante esse período, houve acusações de antissemitismo, pois as manifestações em várias universidades americanas eram contrárias ao governo de Israel e favoráveis à Palestina.
Mesmo com a declaração de Trump, não dá para saber se a medida seria possível. Contudo, a Primeira Emenda dos EUA garante a liberdade de expressão e permite protestos em locais públicos.
Trump afirma apoiar a liberdade de expressão. Porém, a possibilidade de bloquear recursos para universidades pode entrar em conflito com os direitos fundamentais garantidos pela Constituição dos Estados Unidos.
Na segunda-feira, 3 de março, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou sua plataforma Truth Social para criticar os líderes da União Europeia, que se reuniram para discutir uma estratégia de paz para a Ucrânia e reagir à aproximação entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin.
Com tom irônico, Trump sugeriu que os EUA deveriam “gastar menos tempo” se preocupando com Putin e focar mais no combate à imigração ilegal. Ele declarou: “Para que não acabemos como a Europa.”
“Deveríamos gastar menos tempo com Putin e mais tempo nos preocupando com gangues de estupradores, traficantes, assassinos e pessoas de instituições mentais que entram em nosso país para que não acabemos como a Europa.”
A relação de Trump com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, não é amigável, o que ficou claro durante o encontro entre ambos, na última sexta-feira (28), no Salão Oval. No entanto, Zelensky tem se mostrado cauteloso em suas declarações, expressando gratidão a Trump em recentes falas. Trump, por sua vez, acusa o presidente ucraniano de não querer a paz com a Rússia, enquanto ele mesmo busca uma solução pacífica entre os países.
A visão de Trump contrasta com a postura da Europa. França e Alemanha se reuniram no domingo (2) para debater estratégias de paz para o conflito e ambos os países se opõem à aproximação entre Trump e Putin.
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