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Veja quais países apoiaram e criticaram ação dos EUA e Israel contra o Irã

Brasil está entre os países que condenaram ofensiva militar que matou o líder supremo Ali Khamenei; mundo reage com divisão sobre ataques e retaliações.

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02 de março de 2026 às 18:09   - Atualizado às 18:14

Donald Trump.

Donald Trump. Foto: Reprodução/Instagram

A ofensiva conduzida pelos Estados Unidos em coordenação com Israel contra alvos no Irã e as consequentes retaliações iranianas provocaram uma clara divisão na comunidade internacional. O ataque resultou na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e mobilizou respostas de governos de todos os continentes.

Segundo o governo brasileiro, que emitiu nota oficial, a ação americana foi condenada por interromper negociações diplomáticas ainda em andamento sobre o programa nuclear iraniano. Além do Brasil, países como China, Rússia, Espanha, Chile, Colômbia, Suíça e Uruguai também se manifestaram contra a ofensiva.

Em contrapartida, Israel, Argentina, Austrália e Canadá declararam apoio direto à decisão de Washington. Já Alemanha, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Bahrein, Ucrânia, Catar, Egito, Coreia do Sul, Itália, Peru, Paraguai e Emirados Árabes Unidos criticaram os ataques de retaliação lançados pelo Irã contra países vizinhos.

Países como Japão, Índia, Portugal e Polônia mantiveram postura oficialmente neutra. A maioria das declarações internacionais incluiu alertas consulares, recomendando que cidadãos residentes ou em visita à região se mantenham em contato com embaixadas e adotem medidas de segurança.

Detalhes da ofensiva e suas consequências

Os ataques iniciaram-se nas primeiras horas do sábado em cidades iranianas como Teerã, Tabriz e Isfahan. Segundo o Crescente Vermelho, mais de 200 pessoas morreram, incluindo parentes do aiatolá Khamenei. O presidente americano Donald Trump anunciou a morte do líder iraniano antes mesmo da confirmação oficial da mídia estatal do Irã.

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A ofensiva provocou repercussões globais e colocou governos em situação delicada, obrigando muitos a equilibrar posicionamentos entre alianças estratégicas e condenações à violência. Para o Brasil, a condenação se manteve firme, reforçando a postura histórica de defesa da diplomacia e da resolução pacífica de conflitos internacionais.

Reações políticas e diplomáticas

Especialistas em relações internacionais apontam que a divisão entre países apoiadores e críticos pode redefinir alianças estratégicas no Oriente Médio e influenciar negociações futuras sobre segurança e programa nuclear iraniano. Analistas também destacam que a rapidez das retaliações iranianas contra bases norte-americanas evidencia a escalada do conflito e a necessidade de monitoramento constante por parte da ONU e demais organismos internacionais.

 

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