Lula e governador do Pará Ricardo Stuckert/PR/Divulgação
O secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), Simon Stiell, enviou nesta quarta-feira (12) uma carta ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo reforço na segurança da COP30. A medida vem após a invasão de ativistas durante o evento, que expôs falhas na proteção de delegados, jornalistas e participantes internacionais.
Na carta, Stiell destacou não apenas a vulnerabilidade à invasões, mas também problemas de infraestrutura e altas temperaturas nos locais de reunião. Segundo o secretário, essas condições comprometem o andamento das negociações climáticas e podem colocar em risco a integridade física de todos os presentes.
O incidente gerou preocupação sobre a capacidade do Brasil em sediar grandes eventos internacionais, principalmente aqueles que exigem alto nível de segurança e logística eficiente. O secretário da ONU solicitou medidas imediatas para reforçar a proteção e garantir que o restante da conferência ocorra de forma segura.
A COP30 reúne líderes mundiais, cientistas e representantes de mais de 190 países para discutir ações globais de combate às mudanças climáticas. Especialistas alertam que falhas na organização de eventos desse porte podem gerar repercussões diplomáticas e prejudicar a imagem do país no cenário internacional.
A carta da ONU é um sinal de alerta: a segurança e a infraestrutura não são apenas questões logísticas, mas elementos essenciais para a credibilidade do Brasil na condução de debates ambientais globais.
O governo brasileiro ainda não se manifestou oficialmente sobre a carta, mas fontes internas indicam que medidas de reforço de segurança e melhorias na infraestrutura estão sendo estudadas. Entre as possíveis ações estão o aumento do efetivo de vigilância, adequações na climatização e melhorias na logística de acesso às áreas de reunião.
Organizadores e diplomatas ressaltam que essas ações são fundamentais para evitar novos incidentes e garantir que a COP30 cumpra seu objetivo de avançar nas negociações climáticas, assegurando a participação segura de todos os envolvidos.
1
2
4
06:52, 15 Abr
26
°c
Fonte: OpenWeather
Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
mais notícias
+