Em março, antes do festival, o artista comentou nas redes sociais sobre dificuldades com sentimentos negativos.
24 de abril de 2025 às 12:45 - Atualizado às 12:45
Justin Bieber Foto: Reprodução
Justin Bieber, 31 anos, rebateu críticas após vídeo circulado nas redes sociais em que fumava ao lado da mulher, Hailey Bieber, de 28 anos, e do irmão dela, Jaxon, de 15. Na terça-feira, 22, o artista escreveu em seu Instagram, na legenda: "Não temos nada a provar". (Veja vídeo abaixo);
Na mesma postagem, colocou um vídeo em que se lia: "Todo dia eu acordo pensando que sou muito falho para Deus me usar na bonita história de minha vida. Mesmo assim (com defeitos e tudo), Deus me usa todos os dias. Do mesmo jeito que ele usa você! Sua vida importa. Deus tem planos para nós".
"Nada nos desqualifica de experienciar os bons planos de Deus para nossa vida. Estou escolhendo hoje para permitir o amor e a graça de Deus e moldar meu dia, me dar perspectiva e não fazer meu dia sobre ‘tentar me provar’. Me acompanhe se quiser."
No vídeo, Justin utiliza a música Good Day, de Greg Street. A letra da canção fala sobre ter "bons dias".
Nas redes sociais, circulou um vídeo de Justin Bieber durante o Coachellla, festival de música americano, em que o cantor fumava ao lado da mulher, Hayley Bieber, e do irmão dela, Jaxon.
Anteriormente, o artista já havia relatado problemas com sua saúde mental e a "síndrome do impostor". "Me sinto despreparado e desqualificado a maior parte do tempo", desabafou.
Em março, antes do festival, Justin também relatou em suas redes sociais sobre a dificuldade em lidar com sentimentos negativos. Ele completou que sempre foi instruído a escondê-los ao longo de sua vida.
"Quando eu era criança, sempre me disseram para não odiar. Mas isso me fez sentir que eu não tinha permissão para sentir ódio e, por isso, eu nunca contei a ninguém que já senti isso. Isso me fez sentir como se estivesse me afogando, sem segurança para reconhecer esse sentimento. Acho que só podemos deixar o ódio ir embora ao primeiro reconhecermos que ele está lá. Como poderíamos não sentir ódio depois de toda dor que já vivemos?", escreveu.
Estadão Conteúdo
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