A fala ocorreu durante participação no podcast Inteligência Ltda, realizado na terça-feira, 22 de abril.
23 de abril de 2025 às 10:09 - Atualizado às 10:10
Andressa Urach em participação de podcast. Foto: Reprodução/ Youtube
A influenciadora digital, ex-modelo e atriz de conteúdo +18 Andressa Urach voltou a ocupar espaço no debate público após falas contundentes sobre o ambiente evangélico e a relação com a comunidade LGBT. Durante participação no podcast Inteligência Ltda, realizado na terça-feira, 22 de abril, Urach criticou a postura de algumas igrejas frente aos fiéis homossexuais, apontando repressão e invisibilidade dentro desses espaços. (Veja vídeo da fala abaixo);
De acordo com ela, muitos membros da comunidade evangélica enfrentam conflitos internos intensos devido à orientação sexual.
“Muitos são gays, mas infelizes, porque são reprimidos pela própria igreja”, afirmou a influenciadora.
A fala repercutiu amplamente nas redes sociais, provocando reações divididas entre internautas e líderes religiosos.
Em meio às críticas, Andressa revelou estar em busca de uma vivência espiritual mais acolhedora. Recentemente, ela visitou a sede da Igreja Cristã Contemporânea, em São Paulo, denominação reconhecida pela inclusão de pessoas LGBTQIA+ e pela defesa da diversidade no espaço religioso. A visita foi interpretada como um gesto de aproximação com vertentes mais progressistas da fé cristã.
Mais do que buscar acolhimento, Urach revelou uma intenção clara de avançar em seu envolvimento religioso. Segundo ela, há o desejo de se tornar pastora e fundar sua própria igreja, projeto que marca uma nova fase pessoal e ideológica.
Além da atuação no campo religioso, a ex-modelo também sinalizou planos para ingressar na política. Nas redes sociais, anunciou que pretende disputar uma vaga de deputada federal nas eleições de 2026. Sua futura campanha deve ter como base a defesa das minorias, a liberdade religiosa e questões sociais.
Andressa Urach teve passagem marcante pela Igreja Universal do Reino de Deus, onde permaneceu por cerca de seis anos. Sua saída da instituição ocorreu em meio a críticas à rigidez doutrinária e a experiências pessoais que, segundo ela, trouxeram sofrimento.
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Além de homenagear o religioso, Leão XIV aproveitou a ocasião para incentivar a construção da paz e a aproximação entre diferentes povos.
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