Israel e sua arma Domo de Ferro Foto: Reprodução/IA
O governo de Israel assinou, em 20 de novembro de 2025, um contrato multimilionário com a Rafael Advanced Defense Systems para acelerar e expandir a produção em série dos interceptores do Sistema Domo de Ferro. O acordo utiliza parte dos US$ 8,7 bilhões do pacote de assistência militar aprovado pelos Estados Unidos em 2024, dos quais US$ 5,2 bilhões são destinados a programas de defesa aérea, incluindo o Domo de Ferro, o David’s Sling e o laser Iron Beam.
A medida busca repor estoques esgotados durante os intensos confrontos de 2023 a 2025, ao mesmo tempo em que aumenta a capacidade de produção para fazer frente à ameaça crescente de foguetes, drones e mísseis de cruzeiro disparados por grupos no Hamas, Líbano e aliados do Irã.
Desde sua implementação, em 2011, o Domo de Ferro tornou-se a primeira linha de defesa contra ataques de curto alcance. Em grandes ofensivas, como a guerra de 2023–2025 e o ataque coordenado de abril de 2024, quando mais de 300 drones e mísseis foram lançados contra Israel, os estoques de mísseis Tamir se esgotaram rapidamente.
O novo contrato funciona em duas frentes:
Essenciais para a interceptação, os Tamir possuem eficácia superior a 90% e são usados em grande volume em situações de salvas intensas.
A produção passa também pela fábrica da joint venture R2S, em Arkansas, que fabricará Tamir e SkyHunter, fortalecendo a cadeia de suprimentos binacional.
O sistema é composto por:
Cada bateria protege cerca de 150 km², identificando e derrubando apenas projéteis que ameaçam áreas povoadas.
O Ministério da Defesa também investe no Iron Beam, sistema de laser de alta potência com custo por disparo muito inferior ao de um míssil Tamir. A estratégia é integrar o laser ao Domo de Ferro, reservando os interceptores para ameaças mais complexas.
O novo contrato bilionário:
Com isso, o Domo de Ferro segue como pilar central da defesa aérea israelense e se consolida como referência mundial em interceptação de curto alcance.
00:49, 06 Dez
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Os hermanos terão a companhia de Argélia, Aústria e Jordânia, no grupo J. Já, os portugueses, terão Colômbia, Uzbequistão e um vencedor da repescagem, no grupo K.
O artista também destacou sua admiração pelo cinema nacional e comentou sobre a dificuldade de acessar produções da América do Sul na Europa.
Conhecido como o "Justin Bieber da Índia", Suraj apareceu trajando roupas tradicionais hindus, enquanto sua cônjuge usou um sari navari clássico.
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