Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, o presidente Donald Trump foi informado sobre opções de operações militares dentro do país sul-americano.
Donald Trump e Nicolás Maduro Foto: Reprodução
A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) emitiu, nesta sexta-feira, 21 de novembro, um alerta às principais companhias aéreas sobre uma “situação potencialmente perigosa” ao sobrevoar o espaço aéreo da Venezuela. A agência recomendou que as empresas adotem medidas de precaução.
No comunicado, a FAA citou o “agravamento da situação de segurança e o aumento da atividade militar na Venezuela e em seus arredores”, ressaltando que as ameaças podem oferecer riscos para aeronaves em todas as altitudes.
O alerta ocorre em meio ao reforço militar na região, que inclui o envio do maior porta-aviões da Marinha dos EUA, além de pelo menos oito navios de guerra e caças F-35.
Ainda segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, o presidente Donald Trump foi informado sobre opções de operações militares dentro da Venezuela.
Apesar disso, também sinalizou abertura para a via diplomática, na expectativa de que a pressão internacional seja suficiente para levar Nicolás Maduro a deixar o poder sem necessidade de ação militar direta.
A tensão diplomática entre Venezuela e Estados Unidos voltou a escalar após novas declarações do alto escalão do regime chavista.
Em pronunciamento transmitido em rede nacional, Diosdado Cabello ministro do Interior, da Justiça e número dois do chavismo anunciou que militantes pró-Maduro serão treinados por indígenas para usar flechas envenenadas com curare, substância letal tradicionalmente usada por povos amazônicos.
A medida integra o que o governo chama de “defesa ativa contra ameaça extrema”, em referência ao aumento da presença militar dos EUA no Caribe, que inclui o porta-aviões USS Gerald Ford.
Segundo Cabello, o país mobilizou 4.523.822 ativistas com mais de 15 anos, integrantes dos Comitês Bolivarianos Integrais de Base. Ele orientou a militância a manter “pés firmes, nervos de aço e mobilização máxima”, afirmando que o regime está preparado para resistir a qualquer agressão externa.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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