Guerra Civil no Sudão Foto: Divulgação/Portas Abertas
A guerra civil que assola o Sudão vem causando mortes, fome e deslocamento em massa, afetando principalmente a minoria cristã do país, estimada em cerca de 2 milhões de pessoas. Com 90% da população muçulmana, o Sudão é governado por um regime que restringe severamente a liberdade religiosa, dificultando a vida de comunidades cristãs historicamente vulneráveis.
Desde abril de 2023, o confronto entre as Forças Armadas do Sudão (SAF) e a milícia paramilitar Rapid Support Forces (RSF) mergulhou a nação em uma crise humanitária sem precedentes. A RSF, remanescente da polêmica milícia Janjaweed, é acusada de genocídio em Darfur e agora disputa o poder com os militares, buscando consolidar a lei islâmica Sharia. Essa disputa tem deixado um rastro de destruição, com cidades como El Fasher sofrendo ataques intensos e relatos de pilhas de corpos e prédios incendiados.
Segundo Rafat Samir, presidente do Conselho da Comunidade Evangélica Sudanesa, o conflito afeta diretamente a vida dos cristãos. Igrejas são ocupadas pela milícia, templos viram quartéis improvisados e fiéis enfrentam prisão, discriminação e risco constante de violência. “O governo quer tornar toda a população muçulmana. Se isso ocorrer, a vida dos cristãos será ainda mais difícil”, afirma Samir.
A crise humanitária é alarmante. Mais de 15 milhões de pessoas foram deslocadas internamente, enquanto cerca de 6 milhões fugiram para países vizinhos. O conflito também interrompeu a produção agrícola, desencadeando fome generalizada e risco de morte por inanição para centenas de milhares de civis. Muitos relatos descrevem perdas totais de bens, moradia e empregos, deixando famílias inteiras em extrema vulnerabilidade.
Organizações como Portas Abertas e Christian Solidarity Worldwide alertam que a situação exige atenção internacional urgente. Apesar da gravidade, a guerra civil no Sudão permanece quase invisível na mídia global, sendo chamada por alguns de “crise esquecida”.
A comunidade internacional e cristãos de todo o mundo são convocados a interceder em oração, pressionar por soluções humanitárias e apoiar os deslocados, garantindo sobrevivência, proteção e esperança em meio ao conflito.
Com Informações do Site Portas Abertas
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