Ex-presidente iraniano Ahmadinejad. Fotos: Reprodução / Redes Sociais
O ex-presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad morreu neste domingo, 1º de março, após um bombardeio atingir a região onde ele estava em Teerã. A informação foi divulgada por veículos da imprensa iraniana, que apontam que o ataque ocorreu na capital do país, em meio a uma nova escalada de tensão no Oriente Médio.
Segundo as primeiras informações publicadas pela mídia local, o bombardeio teria atingido a área residencial no bairro de Narmak, na zona leste de Teerã. Ahmadinejad estaria no imóvel no momento da explosão. Ainda de acordo com os relatos iniciais, outras pessoas que faziam parte da equipe de segurança do ex-presidente também teriam sido atingidas.
Até a última atualização desta reportagem, o governo iraniano não havia divulgado nota oficial detalhando as circunstâncias do ataque nem confirmando possíveis responsabilidades pela ação militar. Autoridades locais investigam o caso.
Mahmoud Ahmadinejad governou o Irã entre 2005 e 2013. Durante os dois mandatos, ficou conhecido por discursos duros contra países do Ocidente e por embates envolvendo o programa nuclear iraniano. A postura adotada pelo então presidente ampliou sanções internacionais e elevou o nível de tensão diplomática do país naquele período.
Após deixar o cargo, Ahmadinejad continuou participando da vida política iraniana e manteve posicionamentos públicos sobre temas internos e externos. A morte do ex-presidente acontece em um momento delicado para o Irã, marcado por conflitos regionais e pressões internacionais.
Analistas apontam que o episódio pode provocar novos desdobramentos diplomáticos e militares, dependendo da confirmação das circunstâncias e de eventuais reações das autoridades iranianas.
A televisão estatal do Irã confirmou no sábado, 28 de fevereiro, no horário de Brasília, a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país. Durante a leitura do comunicado oficial, um locutor que apresentava a notícia não conseguiu conter as lágrimas ao anunciar a informação ao vivo.
A confirmação ocorreu um dia após o início dos ataques conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. O governo iraniano divulgou a morte de Khamenei oficialmente neste sábado, enquanto o país ainda enfrenta os desdobramentos da ofensiva militar.
A emissora estatal informou que o Irã decretou 40 dias de luto nacional pela morte do líder supremo. A decisão entrou em vigor no mesmo dia do anúncio. O período de luto marca um momento de forte comoção interna e reorganização política.
O anúncio na televisão teve forte impacto entre os telespectadores. O apresentador leu a declaração formal com visível emoção. A transmissão mostrou o peso do momento para o país. A reação do locutor evidenciou o clima de tristeza que tomou conta do noticiário oficial.
Ali Khamenei ocupava a posição mais alta na estrutura política e religiosa do Irã. Ele exercia influência direta nas decisões estratégicas do país. A morte do líder ocorre em meio a um cenário de tensão militar após ataques realizados por forças dos Estados Unidos e de Israel.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia indicado anteriormente a possibilidade de que Khamenei tivesse morrido em decorrência das ações militares. A declaração de Trump antecedeu a confirmação oficial feita pela mídia iraniana.
A confirmação da morte altera o cenário político no Oriente Médio. O anúncio acontece em um momento de instabilidade, após o início das ofensivas internacionais contra o Irã. O governo iraniano não divulgou detalhes adicionais sobre as circunstâncias exatas da morte além da confirmação oficial.
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Saiba quem é Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, e como ele concentra poder político, religioso e militar no país.
'Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos', escreveu o presidente americano nas redes sociais.
Ações militares recentes reacendem debate sobre os limites do poder presidencial e o papel do Legislativo na declaração de guerra.
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