Apresentador de televisão iraniana chora ao anunciar morte do líder supremo do país. Foto: Reprodução
A televisão estatal do Irã confirmou no sábado, 28 de fevereiro, no horário de Brasília, a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país. Durante a leitura do comunicado oficial, um locutor que apresentava a notícia não conseguiu conter as lágrimas ao anunciar a informação ao vivo.
A confirmação ocorreu um dia após o início dos ataques conduzidos pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. O governo iraniano divulgou a morte de Khamenei oficialmente neste sábado, enquanto o país ainda enfrenta os desdobramentos da ofensiva militar.
A emissora estatal informou que o Irã decretou 40 dias de luto nacional pela morte do líder supremo. A decisão entrou em vigor no mesmo dia do anúncio. O período de luto marca um momento de forte comoção interna e reorganização política.
O anúncio na televisão teve forte impacto entre os telespectadores. O apresentador leu a declaração formal com visível emoção. A transmissão mostrou o peso do momento para o país. A reação do locutor evidenciou o clima de tristeza que tomou conta do noticiário oficial.
Ali Khamenei ocupava a posição mais alta na estrutura política e religiosa do Irã. Ele exercia influência direta nas decisões estratégicas do país. A morte do líder ocorre em meio a um cenário de tensão militar após ataques realizados por forças dos Estados Unidos e de Israel.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia indicado anteriormente a possibilidade de que Khamenei tivesse morrido em decorrência das ações militares. A declaração de Trump antecedeu a confirmação oficial feita pela mídia iraniana.
A confirmação da morte altera o cenário político no Oriente Médio. O anúncio acontece em um momento de instabilidade, após o início das ofensivas internacionais contra o Irã. O governo iraniano não divulgou detalhes adicionais sobre as circunstâncias exatas da morte além da confirmação oficial.
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O deputado federal Mendonça Filho e o vereador do Recife, Thiago Medina, criticaram postura do petista por não tratar o tema com o Governo de Pernambuco.
O presidente estadual do Partido Novo-PE, relata que o socialista não tem competência para dizer que vai ajudar Goiana se não ajudou nem o Recife.
"A nossa prioridade neste momento é a segurança de toda a população", disse Diego Cabral.
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