Lei Vini Jr deve ser implementada para a Copa do Mundo. Foto: Real Madrid / Divulgação
A Fifa intensificou a articulação política nos bastidores do futebol mundial para tentar aprovar, em caráter extraordinário, a chamada “Lei Vini Jr.” antes da Copa do Mundo de 2026. A entidade quer que a proposta seja votada pela International Football Association Board, órgão responsável por definir e alterar as regras do jogo.
A medida surge após episódios recentes de denúncias de racismo envolvendo o atacante Vinícius Júnior. Em um dos casos que motivaram o debate, o jogador relatou ter sido alvo de ofensas durante partida europeia, com o suposto agressor cobrindo a boca com a camisa enquanto falava, dificultando a leitura labial e a identificação do conteúd
A proposta defendida pela Fifa prevê punição mais dura para atletas que utilizem o gesto de cobrir a boca ao dirigir palavras ofensivas a adversários, especialmente em situações que envolvam discriminação racial. A ideia é que o simples ato, quando associado a denúncia ou evidência de ofensa, possa resultar em expulsão imediata.
Nos bastidores, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, tem defendido que o futebol precisa avançar em mecanismos que inibam práticas racistas dentro de campo. Para que a mudança seja aprovada, são necessários seis dos oito votos da IFAB.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. A Fifa trabalha com a possibilidade de realizar uma reunião extraordinária ainda antes do Mundial para garantir que a nova regra já esteja em vigor na principal competição de seleções do planeta.
Caso seja aprovada, a “Lei Vini Jr.” poderá representar um novo capítulo no combate ao racismo no futebol, ampliando a responsabilidade disciplinar dentro das quatro linhas e reforçando o discurso institucional de tolerância zero contra qualquer forma de discriminação.
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