As falas de Vivian foram publicadas em entrevista concedida para revista Teen Vogue em que teve sua primeira capa.
21 de março de 2025 às 11:43 - Atualizado às 11:43
Elon Musk e filha Vivian Jenna Wilson. Foto: Reprodução/ X
Elon Musk voltou a ser alvo de críticas, desta vez por parte de sua filha Vivian Jenna Wilson, de 20 anos. Em sua primeira capa de revista como modelo, na Teen Vogue, Vivian abordou questões pessoais e familiares, revelando sua completa rejeição à figura paterna, especialmente devido à falta de apoio que recebeu de Musk quando se assumiu trans. (Confira vídeo da reportagem feita pelo GloboNews abaixo);
Em entrevista publicada pela revista, Vivian classificou as notícias envolvendo o bilionário como “uma vergonha”. Além disso, ela não poupou palavras e chamou seu pai de “patético”, condenando também a "saudação nazista" realizada por Musk durante a posse de Donald Trump.
“A saudação nazista foi uma loucura. Vamos chamar um figo de figo, e vamos chamar uma saudação nazista do que é. Aquilo foi definitivamente uma saudação nazista. A multidão é igualmente culpada, aquelas pessoas também deveriam ser denunciadas”, alegou a jovem na entrevista à TeenVogue.
Filha do primeiro casamento de Elon Musk com a autora Justine Musk, Vivian tomou uma decisão importante em 2022, quando recorreu à Justiça dos Estados Unidos para mudar seu sobrenome, passando a se chamar Vivian Jenna Wilson.
“Não acho que as pessoas percebam que ser trans não é uma escolha. Obviamente, não são apenas pessoas trans que são afetadas pela administração atual, mas também grupos marginalizados, como imigrantes sem documentos e pessoas negras. Estou realmente tentando atuar mais nessa frente, já que o atual governo tem sido como uma bola de demolição nesse sentido”, destacou Vivian.
Vivian mora em Tóquio, onde se dedica ao estudo de línguas como francês, espanhol e japonês, e confessou que raramente pensa no pai, além de não ter nenhum contato a 5 anos.
“Não me comunico com ninguém naquela família. Não acompanho, porque realmente não dou a mínima para o que eles fazem. Vejo coisas sobre meu pai nas notícias e penso: ‘Isso é uma vergonha. Provavelmente, deveria postar sobre isso e denunciá-lo’, o que já fiz algumas vezes”, contou Vivian.
Funcionários federais dos Estados Unidos têm 48 horas para explicar ao governo o que realizaram na última semana, caso contrário serão demitidos. A novidade foi anunciada em 22 de fevereiro, pelo bilionário Elon Musk, no comando do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) do país. Ele afirma estar seguindo ordens diretas do presidente Donald Trump
"Todos os funcionários federais em breve receberão um e-mail para entender o que eles fizeram na semana passada", publicou Musk no X, antigo Twitter, rede social da qual é proprietário. "A falta de resposta será considerada como uma renúncia", completou.
Sobretudo, os funcionários federais receberam o pedido que dizia: "Por favor, responda a este e-mail com aproximadamente 5 tópicos do que você realizou na semana passada e copie seu gerente".
As respostas deveriam ser enviadas sem incluir "informações confidenciais, links ou anexos". O e-mail, no entanto, não inclui a possibilidade de desligamento do cargo como consequência de não responder à solicitação, como divulgou Musk em sua rede social.
Musk atua como o chefe de cortes de custos de Trump. A ordem gerou um novo nível de caos em várias agências já sobrecarregadas. Isso incluindo o Serviço Nacional de Meteorologia, o Departamento de Estado e o sistema judiciário federal.
Milhares de trabalhadores do governo já foram forçados a deixar o serviço público federal. Sendo assim, por demissão ou por meio de incentivos para desligamento - durante o primeiro mês do governo Trump.
Por fim, os cortes incluem funcionários nos Departamentos de Assuntos de Veteranos, Defesa, Saúde e Serviços Humanos, Receita Federal e Serviço Nacional de Parques.
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Atacante polonês está em fim de contrato e tem ofertas da Europa, Arábia Saudita e MLS, mas prioriza definição política no Barça antes de anunciar próximo passo.
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