Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro e chefe da Colômbia, Gustavo Petro. Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Presidência da República da Colômbia. Arte: Portal de Prefeitura
Após a ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, na madrugada deste sábado, 3 de janeiro, que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente Gustavo Petro, da Colômbia, anunciou um envio de tropas do exército ao longo da fronteira com o país latino vizinho.
A decisão ocorre após uma reunião de conselho de segurança, como aponta as informações da BBC. O país colombiano também se prepara para receber um possível fluxo massivo de refugiados venezuelanos.
Por meio de uma publicação na rede social X (antigo Twitter), Petro diz que o "Governo Nacional implementou medidas para proteger a população civil, preservar a estabilidade na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela e atender prontamente a quaisquer necessidades humanitárias ou migratórias potenciais".
Veja pronunciamento
"O Governo da República da Colômbia observa com profunda preocupação os relatos de explosões e atividades aéreas incomuns registradas nas últimas horas na República Bolivariana da Venezuela, bem como a consequente escalada da tensão na região.
A Colômbia reafirma seu compromisso inabalável com os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, em particular o respeito à soberania e integridade territorial dos Estados, a proibição do uso ou da ameaça de força e a solução pacífica de controvérsias internacionais. Nesse sentido, o governo colombiano rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar em risco a população civil.
O país adota uma posição orientada para a preservação da paz regional e faz um apelo urgente à desescalada, instando todas as partes envolvidas a absterem-se de ações que aprofundem o confronto e a priorizarem o diálogo e os canais diplomáticos.
Como medida preventiva, o Governo Nacional implementou medidas para proteger a população civil, preservar a estabilidade na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela e atender prontamente a quaisquer necessidades humanitárias ou migratórias potenciais, em coordenação com as autoridades locais e agências competentes.
O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia deve manter canais diplomáticos abertos com os governos envolvidos e promoverá, nos espaços multilaterais e regionais relevantes, iniciativas voltadas para a verificação objetiva dos fatos e a preservação da paz e da segurança regionais.
A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado.
Que Bolívar proteja o povo venezuelano e os povos da América Latina".
De acordo com a apuração de uma analista da CNN Brasil, em Brasília, confirmou, na manhã deste sábado, 3 de janeiro, que a Venezuela fechou a fronteira com o Brasil após ataques diretos dos Estados Unidos a Venezuela. Durante a ofensiva, o presidente americano Donald Trump confirmou a captura de Nicolás Maduro, chefe do Estado latino.
A fronteira foi fechada em Pacaraima, em Roraima. Após a ação, o Exército em Roraima e o Comando Militar da Amazônia foram procurados para mais esclarecimentos, mas, até o momento, não houve um pronunciamento oficial.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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