Acidente na Coreia do Sul. Foto: Reprodução
Após o trágico acidente aéreo deste domingo, 29 de dezembro, em que um avião de passageiros pegou fogo após derrapar na pista e colidir com um muro de concreto, no aeroporto sul-coreano, que deixou 179 mortes, milhares de pessoas cancelaram suas viagens e passagens aéreas. A companhia aérea low-cost informou que 68 mil reservas de voos foram canceladas nas primeiras quatro horas após o ocorrido, refletindo o impacto imediato do desastre na confiança dos passageiros.
O avião era um Boeing com 181 pessoas que colidiu com um muro no Aeroporto Internacional de Muan. A aeronave havia decolado de Bangkok, na Tailândia, e estava pousando no Aeroporto Internacional de Muan, no sudoeste da Coreia do Sul, quando caiu por volta das 9h da manhã, horário local. As autoridades disseram que o avião havia se partido em tantos pedaços que apenas a cauda era identificável.
Este foi o pior acidente aéreo envolvendo uma companhia aérea sul-coreana desde que um jato da Korean Air bateu em uma colina em Guam, um território dos EUA no Pacífico Ocidental, em 1997. Esse acidente matou 229 das 254 pessoas a bordo.
As autoridades estão investigando por que o trem de pouso parecia não ter funcionado corretamente e se os pássaros haviam atingido o avião; ou se o mau tempo havia sido um fator, disse Ju Jong-wan, diretor de política de aviação do Ministério da Terra, Infraestrutura e Transporte, em uma entrevista coletiva.
Segundo ele, quando o avião estava pousando, o aeroporto avisou sobre a possibilidade de um ataque de pássaros. O avião emitiu um alerta de emergência logo em seguida, disse ele, e depois fez um pouso forçado.
Um dos dois sobreviventes do acidente de avião disse aos médicos: "Quando acordei, já tinha sido resgatado", contou o diretor do Hospital da Universidade Ewha Womans em Seul, Ju Woong, que falou em coletiva de imprensa. As informações são da principal agência de notícias da Coreia do Sul, Yonhap News Agency.
O sobrevivente, de 33 anos e de sobrenome Lee, era comissário de bordo do avião da Jeju Air que pegou fogo após colidir com um muro ao realizar uma aterrissagem de emergência no Aeroporto Internacional de Muan nesta manhã.
Ju afirmou que não perguntou sobre os detalhes do acidente, porque acreditava que isso não ajudaria na recuperação do paciente.
"Ele está totalmente capaz de se comunicar. Não há, até o momento, indicações de perda de memória ou algo similar", afirmou o médico.
O sobrevivente está atualmente sendo tratado na unidade de terapia intensiva do hospital após sofrer fraturas nas costelas, na escápula e na parte superior da coluna, segundo a agência de notícias Associated Press. Ju mencionou que ele está sob cuidados especiais devido à possibilidade de sequelas, incluindo paralisia total.
A outra sobrevivente do acidente é uma comissária de bordo de 25 anos de sobrenome Koo. Ela está sendo tratada no Centro Médico Asan, no leste de Seul, segundo a agência de notícias. Sua condição é estável, embora tenha sofrido ferimentos no tornozelo e na cabeça. A equipe médica se recusou a responder às perguntas dos repórteres sobre sua condição, de acordo com a Yonhap News Agency.
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