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Brasileira é atacada por cachorro nos EUA e se choca com conta hospitalar de R$ 84 mil

A influenciadora utilizou suas redes sociais para relatar o choque ao receber uma fatura hospitalar de 17 mil dólares.

Cami Cardoso

05 de maio de 2026 às 13:36   - Atualizado às 14:03

Brasileira é atacada por cachorro nos EUA e se choca com conta hospitalar de R$ 84 mil

Brasileira é atacada por cachorro nos EUA e se choca com conta hospitalar de R$ 84 mil Foto: Reprodução

O que era para ser um gesto de cuidado terminou em um pesadelo financeiro para a influenciadora brasileira Débora Rocha. Morando nos Estados Unidos, Débora utilizou suas redes sociais no último domingo, 3 de maio, para relatar o choque ao receber uma fatura hospitalar de 17 mil dólares (cerca de R$ 84 mil) após ser atacada por um cachorro doméstico.

O caso ocorreu na Carolina do Norte, quando a influenciadora tentava devolver um filhote de poodle à casa de uma vizinha, após o animal pular a cerca. Apesar de a proprietária ter garantido anteriormente que os cães eram dóceis, um deles atacou o braço de Débora.

"Fez um buraco. Ele apertou minha pele e, se eu não tirasse o braço rápido, a mordida teria sido maior", relembrou.

Diante da falta de comprovantes de vacinação do animal, Débora buscou assistência médica imediata para iniciar o protocolo antirrábico, que consiste em quatro doses da vacina e a aplicação de imunoglobulina.

Ao retornar para Orlando, a influenciadora descobriu que clínicas comuns não realizavam o procedimento, sendo obrigada a recorrer a um pronto-socorro. Foi durante a segunda dose que o valor da conta veio à tona, revelando os altos custos do sistema de saúde privado dos EUA

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Valores cobrados 

  • Diária de atendimento: US$ 5 mil;
  • Imunoglobulina (aplicada na ferida): US$ 4 mil;

  • Vacina antirrábica: US$ 2,5 mil por cada uma das quatro doses necessárias.

  • Serviço de Saúde nos Estados Unidos

    Diferente do Brasil, que possui o SUS, os Estados Unidos não possuem um sistema de saúde público universal. O modelo americano é predominantemente privado e baseado em seguros de saúde, o que o torna um dos mais caros e complexos do mundo.

    A maioria dos americanos obtém cobertura por meio de seus empregadores, que contratam planos privados como parte do pacote de benefícios.

    Para quem não tem esse benefício, é necessário contratar um plano individualmente, cujas mensalidades e taxas de coparticipação podem ser extremamente elevadas.

    Sem um seguro, qualquer procedimento médico, desde uma consulta de rotina até uma emergência, é cobrado integralmente. Um atendimento em pronto-socorro (ER) pode gerar faturas de milhares de dólares, como no caso de vacinas ou suturas simples.

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