Marcos critica pênalti do Palmeiras contra o Sport. Foto: Divulgação
O ex-goleiro Marcos, ídolo histórico do Palmeiras e campeão mundial com a Seleção Brasileira em 2002, usou suas redes sociais para criticar a arbitragem da vitória do Palmeiras sobre o Sport.
A partida, válida pela segunda rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, aconteceu na noite do domingo, 6 de abril, na Ilha do Retiro, em Recife. O Verdão venceu o confronto por 2 a 1, mas a marcação de um pênalti no fim do jogo revoltou torcedores e também o ex-jogador.
Mesmo sendo ídolo do clube paulista, Marcos não poupou palavras ao comentar o lance que definiu o resultado. O ex-goleiro considerou como “constrangedor” o pênalti assinalado e disse que preferia ver o Palmeiras perder ou empatar do que conquistar três pontos dessa forma.
A penalidade, convertida por Piquerez aos 45 minutos do segundo tempo, gerou protestos imediatos dos jogadores do Sport e indignação entre os torcedores nas arquibancadas.
Nas redes sociais, Marcos fez um apelo direto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e aos árbitros do país. Ele pediu que o árbitro de campo tenha liberdade para consultar o VAR antes de tomar decisões tão importantes como a marcação de um pênalti.
“CBF, pessoal, deixem o juiz olhar o VAR, mano! Deixa o cara ver o VAR para ver que não foi pênalti. Isso aí é um absurdo com a torcida brasileira, cara, pelo amor de Deus”, desabafou.
A jogada que gerou a penalidade aconteceu após uma disputa entre Raphael Veiga e Matheus Alexandre. O meio-campista do Palmeiras caiu dentro da área, e o árbitro Bruno Arleu de Araújo apontou para a marca.
Mesmo com a reação dos jogadores do time pernambucano, o árbitro não consultou as imagens do VAR para revisar o lance. A decisão acabou confirmada apenas com base na análise dos árbitros de vídeo, o que aumentou a polêmica.
A CBF, por sua vez, divulgou o áudio da comunicação entre os árbitros de vídeo e o árbitro de campo após a partida. No diálogo, o VAR afirma que o jogador do Sport toca na bola, mas admite o toque não mudou a trajetória da bola. Ainda assim, recomendou a manutenção da decisão de campo.
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