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Veja quais jogadores nordestinos estão cotados para a Copa do Mundo de 2026

Com nomes como Joelinton e Matheus Cunha no radar, o Nordeste busca manter a tradição histórica de ser o amuleto da Seleção Brasileira em busca do Hexa.

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14 de abril de 2026 às 12:57   - Atualizado às 14:55

Pernambucano Rivaldo, levantando a taça de Campeão em 2002

Pernambucano Rivaldo, levantando a taça de Campeão em 2002 Foto: Instagram/Rivaldo

A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, México e Canadá, já começou a movimentar os bastidores do futebol brasileiro. Mais do que tática e técnica, a formação do elenco da Seleção Brasileira carrega uma tradição geográfica marcante: a presença indispensável de atletas nordestinos. Historicamente, a região não apenas fornece talento, mas tem sido o "pé quente" nas conquistas mundiais.

Atualmente, o radar da comissão técnica da CBF aponta para um contingente robusto de atletas nascidos no Nordeste. Esses jogadores combinam a experiência em ligas europeias de elite com o vigor físico necessário para um torneio de curta duração. A expectativa é que a região mantenha a escrita de ter representantes em todas as edições do Mundial desde 1930.

A lista de candidatos é diversificada e cobre quase todos os setores do campo. Na defesa, o zagueiro Bremer (Itapitanga-BA), pilar da Juventus-ITA, é um dos nomes mais consolidados. Nas laterais, o experiente Douglas Santos (João Pessoa-PB) e o polivalente Luciano Juba (Serra Talhada-PE), que se destaca pela regularidade no Bahia, surgem como opções estratégicas.

No meio-campo e ataque, a força ofensiva é notável:

  • Joelinton (Aliança-PE): O volante do Newcastle-ING trouxe uma nova dinâmica física ao setor.
  • Matheus Cunha (João Pessoa-PB): Atuando pelo Manchester United-ING, o atacante une técnica e presença de área.
  • Kaio Jorge (Olinda-PE): O jovem talento do Cruzeiro busca retomar o espaço nas convocações com boas atuações no Brasileirão.

Uma herança de glórias: O legado de Zagallo e companhia

Falar de Nordeste na Seleção é falar de vitória. O maior símbolo dessa hegemonia é, sem dúvida, o alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo. Único no mundo a participar de quatro títulos mundiais, o "Velho Lobo" acumulou sete convocações em diferentes funções, deixando um legado inalcançável de dedicação à Amarelinha.

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Mas ele não está sozinho na galeria dos imortais. Outros nomes da região marcaram época com convocações consecutivas e protagonismo em campo:

  • Bebeto (Bahia): O herói do tetra com três participações em Copas.
  • Dida (Bahia): Um dos maiores goleiros da história, com três mundiais no currículo.
  • Daniel Alves (Bahia): Presença constante por mais de uma década na lateral-direita.
  • Rivaldo (Pernambuco): O craque de 2002 que colocou o mundo a seus pés.

Por que o Nordeste é vital para o Hexa?

A presença desses atletas vai além da representatividade regional; ela reflete a excelência do trabalho de base e a capacidade de adaptação do jogador nordestino aos gramados internacionais. Para a Copa de 2026, a diversidade de estilos que vai da solidez defensiva de Itapitanga à criatividade das ladeiras de Olinda pode ser o diferencial para que o Brasil quebre o jejum de títulos.

Afinal, a história prova que, quando um nordestino brilha no campo, o caminho para a taça fica muito mais curto para o Brasil.

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