Pernambucano Rivaldo, levantando a taça de Campeão em 2002 Foto: Instagram/Rivaldo
A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada nos Estados Unidos, México e Canadá, já começou a movimentar os bastidores do futebol brasileiro. Mais do que tática e técnica, a formação do elenco da Seleção Brasileira carrega uma tradição geográfica marcante: a presença indispensável de atletas nordestinos. Historicamente, a região não apenas fornece talento, mas tem sido o "pé quente" nas conquistas mundiais.
Atualmente, o radar da comissão técnica da CBF aponta para um contingente robusto de atletas nascidos no Nordeste. Esses jogadores combinam a experiência em ligas europeias de elite com o vigor físico necessário para um torneio de curta duração. A expectativa é que a região mantenha a escrita de ter representantes em todas as edições do Mundial desde 1930.
A lista de candidatos é diversificada e cobre quase todos os setores do campo. Na defesa, o zagueiro Bremer (Itapitanga-BA), pilar da Juventus-ITA, é um dos nomes mais consolidados. Nas laterais, o experiente Douglas Santos (João Pessoa-PB) e o polivalente Luciano Juba (Serra Talhada-PE), que se destaca pela regularidade no Bahia, surgem como opções estratégicas.
No meio-campo e ataque, a força ofensiva é notável:
Falar de Nordeste na Seleção é falar de vitória. O maior símbolo dessa hegemonia é, sem dúvida, o alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo. Único no mundo a participar de quatro títulos mundiais, o "Velho Lobo" acumulou sete convocações em diferentes funções, deixando um legado inalcançável de dedicação à Amarelinha.
Mas ele não está sozinho na galeria dos imortais. Outros nomes da região marcaram época com convocações consecutivas e protagonismo em campo:
A presença desses atletas vai além da representatividade regional; ela reflete a excelência do trabalho de base e a capacidade de adaptação do jogador nordestino aos gramados internacionais. Para a Copa de 2026, a diversidade de estilos que vai da solidez defensiva de Itapitanga à criatividade das ladeiras de Olinda pode ser o diferencial para que o Brasil quebre o jejum de títulos.
Afinal, a história prova que, quando um nordestino brilha no campo, o caminho para a taça fica muito mais curto para o Brasil.
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18:51, 14 Abr
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