O Leão da Praça Bandeira visitou a Raposa em Minas Gerais, pela 27ª rodada do Brasileirão. A partida acabou empatada em 1 a 1. Rubro-negro segue em Belo Horizonte para duelo contra o Atlético Mineiro.
O 2025 do Sport é para ser lembrado e nunca mais repetido. Fotos: Paulo Paiva / Sport Recife
Na noite do domingo, 05 de outubro, o Sport Club do Recife enfrentou o Cruzeiro, fora de casa, no Mineirão, em Belo Horizonte. O duelo poderia ter um desfecho mais que positivo para o rubro-negro, mas saiu apenas com um empate, que não serve de nada e não será comemorado pela quantidade de erros cometidos pela gestão do clube.
O 2025 'mágico' deu lugar a um ano de dores, muitas dores ao torcedor. Há menos que uma reviravolta digna de filme aconteça, a equipe, muito provavelmente, será rebaixada.
É inegável falar que o Leão não tentou. De fato, contra a Raposa, o Sport realizou a sua melhor partida na temporada inteira. Em 2025, o clube pernambucano não tinha perfomado tão bem.
Mesmo com um empate amargo em 1 a 1, os rubro-negros não se intimidaram com um Mineirão lotado e com um Cruzeiro em busca de liderança.
Com atuações gigantes de Gabriel, Ramon, Rivera, Zé Lucas, Matheusinho e Derik, o Sport ficou perto de uma vitória memorável. Porém, escapou entre os dedos, após um lance isolado e errado do zagueiro Rafael Thyere, que não percebeu que Gabriel Barbosa, o Gabigol, estava livre e pronto para empatar para a raposa.
No fim, um ponto para cada lado. Em outras ocasiões, na verdade, nas últimas vezes, este resultado seria extremamente importante para a caminhada do time no Brasileirão e comemorado pela torcida , mas em 2025, na lanterna, com 16 pontos, 12 atrás do Santos, primeiro time da zona, o gosto é de derrota. De tropeço. É tudo, menos positivo.
E, sem dúvidas, para o torcedor fanático do Sport, o pensamento que fica é: Onde erramos? O que poderia ser feito?
O Leão depositou todas as suas esperanças para um ano de recomeço. Após três anos na Série B, os pernambucanos estavam de volta a elite do futebol brasileiro.
E com o retorno à Série A, veio junto os investimentos e tomadas de decisões que, por sua maioria, foram equivocadas e prejudiciais.
A primeira delas foi de manter o técnico Pepa durante a má fase no Pernambucano, eliminação na Copa do Brasil e Copa do Nordeste. O rodízio, para um time novo, que estava se montando, foi prejudicial.
A autoestima da torcida e dos jogadores também foi se alterando. O primeiro baque veio no estadual, com a derrota para o Santa Cruz, mas que foi amenizada com o tri-campeonato do Pernambucano.
Após a queda de Pepa, isso já no Brasileiro, o Sport recorre a António Oliveira, que deteriorou mais ainda o ambiente.
Na pausa para a Copa do Mundo, a diretoria convoca Daniel Paulista, ídolo como jogador, que vinha fazendo boa campanha na Série B com o Remo.
Com o novo comandante, jogadores chegaram e foram embora. A competitividade foi instaurada e agora, mesmo na lanterna, o Sport é visto como um time complicado de se jogar contra.
No total, o Leão gastou cerca de R$ 62 milhões, onde, apenas Rivera, no valor de R$ 17, é titular absoluto.
O Campeonato Brasileiro da Série A nem acabou e o Sport já é visto por muitos, incluindos os torcedores, como o primeiro rebaixado a Série B. E esse sentimento não é novo.
A verdade é que a má gestão de toda à diretoria e responsáveis acabaram com o que deveria ser um ano mágico para o Leão da Praça da Bandeira.
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O único gol da semifinal foi marcado no segundo tempo pelo jogador Gustavo Maia.
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