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Preparador de goleiros do RETRÔ é punido pelo STJD por homofobia e ameaça a torcedora do Itabaiana

Durante a discussão, Edeildo José de Matos Júnior teria ido até o ônibus do Retrô e empunhado uma arma para ameaçar a mulher.

Cami Cardoso

20 de agosto de 2024 às 13:37   - Atualizado às 14:14

Preparador de goleiros do RETRÔ é punido por homofobia e ameaça a torcedora do Itabaiana

Preparador de goleiros do RETRÔ é punido por homofobia e ameaça a torcedora do Itabaiana Foto: Daniela Lameira Pinho / STJD

Nesta segunda-feira, 19 de agosto, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu o preparador de goleiros do Retrô, Edeildo José de Júnior Matos, por homofobia e ameaça com arma de fogo contra uma torcedora do Itabaiana. Ele deverá cumprir uma suspensão de cinco jogos e pagar uma multa de R$ 1 mil pela acusação de homofobia, além de mais 30 dias de suspensão e outra multa de R$ 1 mil pela ameaça.

A situação ocorreu durante a fase de grupos da Série D, no dia 3 de julho, quando o preparador de goleiros teria proferido ofensas de teor homofóbico e ameaçado com uma arma de fogo uma torcedora do Itabaiana, em um duelo no estádio Barretão. Durante a discussão, Edeildo José de Matos Júnior teria ido até o ônibus do Retrô e empunhado uma arma para ameaçar a mulher. A briga foi apaziguada pela Polícia Militar de Sergipe (PM-SE). A torcedora do Itabaiana registrou uma queixa contra o preparador de goleiros do Retrô no dia seguinte ao incidente. Toda a confusão envolvendo o funcionário do clube azulino e a torcedora do Itabaiana foi relatada na súmula da partida, o que levou o caso ao STJD.

Durante a sessão, o preparador de goleiros comentou sobre os fatos e negou que tenha dito quaisquer palavras discriminatórias.

“Os xingamentos que houve na arquibancada e alguns torcedores do Itabaiana postaram em nosso favor por ouvirem que isso não houve. Os xingamentos que aconteceram foram no calor da partida. Ela que disse que eu era negro, safado. Não parei a partida e chamei o delegado por estarmos perdendo por 1 a 0, mas ela me chamou de veado várias vezes. Já atuo há 20 anos como treinador de goleiros, sou primário e nunca me envolvi nesse tipo de confusão. Passei o primeiro tempo todo me segurando e só xinguei no intervalo. Em nenhum momento disse a palavra sapatona. Ela já tinha pulado o muro e estava vindo na minha direção. Quando voltou a me xingar, a polícia interviu na hora e ela começou a dizer que eu estava armado. Quem estava armado era um colega barbudo dela. A polícia me revistou e registrou que não encontrou arma alguma”

 

 

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