Edu jogou também pelo Corinthians, Guarani, Athletico, Rio Branco-SP, fazendo os últimos anos da carreira no Sport em 2001, seguido de Remo, Náutico (onde foi campeão pernambucano) e Figueirense, em 2002.
Edu Manga. Foto: Reprodução/Palmeiras.
O futebol brasileiro perdeu um de seus nomes marcantes da década de 1980. Edu Manga, ex-meia do Palmeiras, morreu nesta sexta-feira, 3 de outubro, aos 58 anos. A notícia foi confirmada pelo próprio clube nas redes sociais, que prestou homenagem ao ex-atleta com uma mensagem de carinho e respeito.
“Prestamos nossas condolências à família e aos amigos do nosso eterno Edu Manga. Descanse em paz, craque!”, escreveu o Palmeiras em comunicado oficial.
Formado nas categorias de base do Verdão, Edu Manga subiu para o elenco principal em 1985 e rapidamente conquistou espaço entre os titulares. No ano seguinte, participou da campanha do vice-campeonato paulista, quando o time enfrentou a Inter de Limeira na final.
Durante sua passagem pelo clube, o meia disputou 188 partidas e marcou 44 gols, números que o colocam entre os destaques do período. Sua habilidade e estilo de jogo chamavam atenção pela criatividade e pela facilidade em finalizar de fora da área.
O apelido “Manga” surgiu de forma curiosa. Segundo relatos da época, Denys, ex-companheiro de equipe no Palmeiras, dizia que o cabelo do meia lembrava o formato de uma manga chupada, e o nome acabou se tornando parte da sua identidade esportiva.
O talento de Edu Manga também o levou à Seleção Brasileira. Entre 1987 e 1989, ele vestiu a camisa da equipe nacional em 10 partidas, integrando o elenco em amistosos e competições preparatórias. Mesmo com participações pontuais, sua presença simbolizou o reconhecimento do bom momento vivido na carreira.
Além do Palmeiras, Edu teve uma trajetória diversificada. Jogou pelo Corinthians, Guarani, Athletico, Rio Branco-SP, fazendo os últimos anos da carreira no Sport em 2001, seguido de Remo, Náutico (onde foi campeão pernambucano) e Figueirense, em 2002. Além desses times, passou por equipes internacionais como o América do México, o Real Valladolid, da Espanha, Universidad Católica, do Chile e Santa Fé na Colômbia.
No exterior, o ex-jogador também conquistou o carinho de torcedores por seu estilo ofensivo e pela versatilidade em campo. Sua passagem por diferentes ligas reforçou a capacidade de adaptação e a experiência acumulada ao longo dos anos.
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