Festival Pernambuco Meu País. Foto: Reprodução/Redes Sociais
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundarpe, confirmou que o Festival Pernambuco Meu País terá uma segunda edição, ainda sem data oficial definida. Após o grande sucesso em 2024, o evento retorna com o objetivo de valorizar a produção artística do estado, fomentar o turismo regional e fortalecer a economia da cultura pernambucana.
Criado a partir de um impasse sobre a realização do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) no ano passado, o Pernambuco Meu País surgiu como uma alternativa democrática e inclusiva para celebrar a arte em todas as suas linguagens.
A primeira edição percorreu oito municípios pernambucanos: Taquaritinga do Norte, Bezerros, Gravatá, Pesqueira, Caruaru, Triunfo, Arcoverde e Buíque. O festival contou com mais de 860 atrações culturais, com destaque para os artistas locais.
Entre os grandes nomes que passaram pelos palcos estiveram Carlinhos Brown, Raça Negra, Vanessa da Mata, Anavitória, Alceu Valença, Lenine, João Gomes, Maria Gadú, Chico César, Ana Carolina e Duda Beat.
Os homenageados da estreia foram Abelardo da Hora, referência nas artes plásticas, e o músico e percussionista Naná Vasconcelos, ícone da cultura pernambucana e da música brasileira.
O festival contou com uma programação diversa, distribuída em 11 polos temáticos:
Além do entretenimento, o Pernambuco Meu País movimenta a cadeia produtiva local e contribui para o fortalecimento da economia criativa, além de estimular o turismo nas cidades-polo, promovendo inclusão e visibilidade para artistas e profissionais da cultura.
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O evento terá caráter beneficente e contará com a participação de ex-jogadores da Seleção Brasileira, atletas com passagem por grandes clubes do futebol nacional e nomes ligados ao futebol pernambucano.
Detalhes da história ainda não foram divulgados, mas a promessa é que a nova versão faça alterações e atualize de alguma forma a primeira obra.
"Os estúdios às vezes buscam grandes vencedores do Oscar, mas os vilões mais eficazes costumam ser atores que o público reconhece, mas não conhece completamente", disse fonte ligada a produção do longa.
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