Gessica Kayane em sua Farofa. Foto: Divulgação
A Farofa da Gkay 2025 acontecerá, pela primeira vez, fora de Fortaleza (CE). Em setembro, a influencer e produtora de conteúdo Gkay trará o evento para Recife e promete uma edição com de novidades e experiências inéditas.
De acordo com a coluna de Roberta Jungmann, o evento traz uma surpresa este ano: pessoas anônimas poderão disputar ingressos para participar da Farofa, que até então recebia apenas convidados selecionados.
Ainda segundo a colunista, a organização lançará um concurso de vídeos criativos. Quem produzir o melhor conteúdo ganhará uma entrada com tudo pago, além do direito de levar um acompanhante para curtir a festa.
Criada em 2017 como uma celebração do aniversário de Gkay, a Farofa começou em menor escala. Em 2020, a pandemia de Covid-19 forçou o cancelamento da edição. Porém, em 2021, o evento voltou com força total, passou a oferecer grandes atrações musicais e se consolidou como uma das festas mais comentadas nas redes sociais.
Apesar do sucesso, em 2024, a Farofa da Gkay não ocorreu. Segundo comunicado da produção, o motivo foram "questões burocráticas".
Agora, em 2025, o evento retorna e amplia o acesso ao público, gerando ainda mais expectativa e repercussão na internet.
No sábado, 3 de maio, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi realizado o show da cantora Lady Gaga que atraiu cerca de 2,1 milhões de pessoas, segundo o Jornal O Globo.
Apesar da grande adesão do público, a apresentação também gerou polêmica, especialmente em relação ao conteúdo simbólico das performances e ao uso de recursos públicos para a realização do evento.
Um das apresentações que gerou mais polêmica foi a da música Judas, que foi lançada em 2011 no álbum Born This Way, por sua temática, que aborda uma figura histórica associada à traição de Jesus. A canção inclui versos como “E Judas é o demônio ao qual me apego”, o que provocou reações de parte do público cristão.
Líderes religiosos se manifestaram nas redes sociais, expressando preocupação com o teor espiritual da apresentação. O pastor Lucinho Barreto comentou que "a playlist de uma pessoa revela aquilo que ela adora", sugerindo atenção ao tipo de conteúdo consumido musicalmente.
O cantor e pastor Rafael Bitencourt também fez críticas ao show da artista, questionando em seu canal no YouTube se o evento seria um "show ou ritual". Ele apontou a presença de símbolos que, segundo ele, remetem ao mal e afirmou que práticas antes ocultas estariam sendo exibidas de forma glamourosa, com potencial para confundir espiritualmente o público.
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Segundo a empresária, a ideia é organizar uma celebração que valorize os elementos culturais típicos, com foco na experiência completa do São João nordestino.
A edição deste ano segue até o próximo sábado, 25, consolidando mais uma vez a cidade como a capital do jeans.
Conhecida por sua postura combativa, progressista e direta, a jornalista foi expulsa na primeira participação em 2016, mas desta vez conquistou a simpatia do público.
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