O cinema brasileiro mantém sua presença no cenário internacional e, após a vitória de "Ainda Estou Aqui" no Oscar de 2025, já se prepara para escolher o título que tentará repetir o feito no próximo ano.
Filme 'O Agente Secreto'. Foto: Victor Jucá/Divulgação
De olho na amada estatueta dourada, o cinema brasileiro reforça sua presença e, após a vitória de ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar de 2025, já se prepara para escolher o filme que buscará repetir o feito em 2026.
Seis produções nacionais foram selecionadas para a disputa e trazem temas que passam por resistência política, dramas familiares, juventude, memórias e desigualdades sociais. Os filmes vêm conquistando espaço em festivais internacionais, com prêmios e elogios da crítica especializada.
O longa retrata o Recife de 1977, em plena ditadura militar. A trama acompanha Marcelo (Wagner Moura), professor de tecnologia que troca São Paulo pelo Nordeste em busca de tranquilidade, mas se vê cercado por vigilância e tensões políticas.
O thriller político já passou por Cannes, onde recebeu prêmios de Melhor Diretor e Melhor Ator, reforçando o prestígio da obra e o impacto internacional da produção.
A narrativa se passa em um Brasil distópico, onde idosos são obrigados a se mudar para colônias afastadas, sob a justificativa de descanso. Na história, Tereza (Denise Weinberg), de 77 anos, decide realizar um último desejo antes da partida forçada. O filme acompanha sua travessia pelos rios amazônicos e recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim 2025, destacando a força de sua crítica social.
O longa mistura elementos do faroeste com reflexões sobre masculinidade e relações humanas. Ambientado no sertão de Goiás, o enredo segue Totó (Ângelo Antônio) e Durval (Babu Santana), dois homens endurecidos pela vida e incapazes de lidar com suas próprias emoções. A obra venceu o Kikito de Melhor Longa-Metragem no Festival de Gramado 2024, além de prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Ator Coadjuvante.
Inspirado em fatos, o filme acompanha Dé (Big Jaum), jovem da comunidade da Chatuba, no Rio de Janeiro. Ao descobrir que sua avó, Dona Almerinda (Teca Pereira), tem Alzheimer em estágio avançado, ele decide transformar seus últimos dias em momentos de afeto e alegria.
Com apoio de amigos, Dé cria uma rede de solidariedade que se destaca pela sensibilidade e pela força coletiva. A produção conquistou prêmios de Direção de Ficção, Trilha Sonora e Fotografia no Festival Internacional do Rio 2024.
Filmado na Ilha de Marajó, o drama acompanha Marcielle (Jamilli Correa), de 13 anos, que começa a questionar o papel das mulheres em sua comunidade após a fuga da irmã mais velha.
O longa recebeu reconhecimento internacional, vencendo o prêmio Giornate degli Autori em Veneza e o Women In Motion Emerging Talent em Cannes, destacando sua relevância na abordagem da opressão feminina.
A produção mostra a jornada de Wellington (João Pedro Mariano), jovem de 18 anos que, ao sair de um centro de detenção juvenil, precisa sobreviver nas ruas de São Paulo. Sua trajetória se cruza com a de Ronaldo (Ricardo Teodoro), homem mais velho que o introduz em novos caminhos de sobrevivência.
A relação entre os dois, marcada por afeto e conflitos, trouxe reconhecimento ao ator Ricardo Teodoro, vencedor do prêmio de Melhor Ator Revelação no Festival de Cannes 2024.
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