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'Alerta de Golpe': Ana Castela e equipe são acusados de fraudar R$ 150 MILHÕES; entenda

O ex-empresário da "Boiadeira", classificou a atitude como "desonesta, criminosa, injusta, imoral e ilegal".

Gabriel Alves

24 de janeiro de 2025 às 12:36   - Atualizado às 13:00

Cantora Ana Castela.

Cantora Ana Castela. Foto: Divulgação

Ana Castela e seu investidor, Agesner Monteiro, estão enfrentando uma disputa judicial milionária com um ex-empresário da cantora. Ele afirma ter sido afastado injustamente de sua participação nos lucros, acumulando um prejuízo que pode chegar a R$ 150 milhões.

O profissional sustenta possuir um contrato que lhe garante 20% dos ganhos da carreira de Ana Castela. Porém, ele acusa a artista e sua equipe de o excluírem das operações financeiras, o que teria causado perdas relacionadas a apresentações, royalties e contratos de publicidade.

O afastamento teria ocorrido em outubro de 2022, mesmo com o acordo contratual em vigor até 2027. No mesmo período, Ana Castela, conhecida como a "Boiadeira", vivia o auge de sua trajetória artística.

A medida foi oficializada por Ana, seus pais, Agesner Monteiro e os empresários Rodolfo Alessi e Raphael Soares, que assinaram um documento para formalizar o afastamento. O empresário excluído classificou a atitude como "desonesta, criminosa, injusta, imoral e ilegal".

Outra fraude

Em mais um desdobramento sobre a disputa pela liderança da Igreja Bola de Neve, a defesa de Denise Seixas, viúva do apóstolo Rina, ingressou com ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), alegando fraude por parte do antigo conselho administrativo na gestão financeira da instituição.

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A acusação da presidente em exercício da Bola de Neve menciona o antigo conselho, incluindo Everton César Ribeiro “vêm agindo ilegalmente em seu nome, através de redes sociais, outorgando procurações, além de movimentar contas bancárias”.

O documento aponta que os desvios ilegais dos lucros da instituição foram feitos por meio de uma conta bancária paralela.

“E é através da instituição financeira BMP Money Plus que os Requeridos [antigo conselho] tem recebido as receitas de titularidade da Igreja, mediante a emissão de notas fiscais das quais a requerente [Denise Seixas] teve acesso”, diz um trecho do documento.

O processo judicial revela que Denise, além de detalhar as movimentações financeiras, autorizou o acesso integral às contas da Bola de Neve por meio do Bradesco, banco onde a igreja mantém sua conta oficial.

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