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Trilha final: Spotify lança urna funerária que toca músicas favoritas da pessoa após morte

A novidade chega em um momento de forte disputa no setor de streaming. O aplicativo reúne mais de 100 milhões de músicas, 7 milhões de podcasts e cerca de 500 mil audiolivros em seu catálogo.

Isabella Lopes

26 de fevereiro de 2026 às 17:59   - Atualizado às 17:59

Spotify lança urna funerária que toca música.

Spotify lança urna funerária que toca música. Foto: Reprodução / Internet

O Spotify anunciou uma parceria diferente que movimentou o mercado de streaming. A empresa revelou a “Eternal Playlist Urn”, uma urna funerária equipada com caixa de som Bluetooth.

O projeto surgiu em colaboração com a marca de bebidas Liquid Death e aposta em uma abordagem irreverente. A proposta permite que uma “playlist eterna” toque de forma contínua por meio de um alto-falante acoplado à tampa do recipiente.

Estratégia em meio à concorrência

A novidade chega em um momento de forte disputa no setor de streaming. O Spotify reúne mais de 100 milhões de músicas, 7 milhões de podcasts e cerca de 500 mil audiolivros em seu catálogo. A plataforma conta com aproximadamente 751 milhões de usuários e detém cerca de 31% de participação no mercado.

A empresa enfrenta concorrência direta de serviços como Apple Music, YouTube Music e Tidal. A promessa de oferecer áudio sem perdas também integra a estratégia para ampliar presença global e fortalecer a marca.

Como funciona 

O Spotify informou que o produto combina tecnologia e personalização. O usuário poderá montar a chamada “playlist eterna” a partir de perguntas como “Qual é a sua vibe eterna?” e “Qual é o seu som fantasma favorito?”.

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A plataforma também considera o histórico de reprodução do assinante na criação da seleção musical. A empresa disponibilizará apenas 150 unidades nos Estados Unidos. Cada urna terá preço de US$ 495.

Repercussão entre consumidores

O conceito gerou reações variadas. Parte do público enxergou a iniciativa como uma ação criativa e alinhada ao tom descontraído das marcas envolvidas. Outros consumidores questionaram se o lançamento não seria apenas uma campanha com caráter bem-humorado, semelhante a ações típicas de 1º de abril.

Apple lança passaporte digital 

A empresa americana "Apple" anunciou oficialmente a integração do passaporte digital ao iPhone, permitindo que viajantes armazenem o documento no app Wallet e o apresentem por meio do Face ID, sem precisar da versão física. A novidade, válida inicialmente apenas para passaportes emitidos nos Estados Unidos, é vista por especialistas como um passo simbólico e ao mesmo tempo determinante para a completa digitalização dos documentos de viagem.

A empresa não apenas oferece mais praticidade aos usuários, mas também avança em um modelo de identidade digital no qual todas as informações necessárias para cruzar fronteiras podem ser centralizadas em um único dispositivo.

Digital ID

O funcionamento do Digital ID começa com a inclusão dos dados do passaporte físico no Apple Wallet, etapa que gera uma versão digital autenticada do documento. Depois disso, o uso se torna simples. Em aeroportos habilitados, o passageiro aproxima o iPhone ou o Apple Watch dos leitores compatíveis e a checagem ocorre de forma automática e protegida.

A Apple afirma que o sistema foi desenvolvido para diminuir filas, agilizar o processo de embarque e manter os padrões de segurança exigidos pelas autoridades.

A tecnologia já está em operação em mais de 250 aeroportos dos Estados Unidos, em parceria com a Transportation Security Administration (TSA). Nesses locais, os viajantes podem utilizar o passaporte digital nos pontos de inspeção sem precisar apresentar a versão física do documento.

Tesla Phone

Nos últimos dias, as redes sociais foram invadidas por vídeos e postagens sobre o “Tesla Phone”, o suposto smartphone da Tesla. Internautas e influenciadores criaram conteúdos conceituais mostrando aparelhos futuristas, gerando curiosidade e expectativa entre fãs da marca, mesmo sem qualquer confirmação oficial da empresa ou de seu CEO, Elon Musk.

Os vídeos conceituais mostram smartphones com recursos imaginários, como conexão via Starlink, carregamento solar e até integração neuronal. Canais de design e criadores independentes têm divulgado modelos apelidados de “Alfa” ou “Pi”, aumentando o burburinho online.

Apesar de criativos, todos os vídeos são fictícios, sem protótipo ou anúncio oficial da Tesla. A popularidade desses conteúdos se deve à combinação de fascínio tecnológico e à notoriedade da marca.

Em 2022, Elon Musk declarou na plataforma X que a Tesla “definitivamente não” está produzindo um celular. Em outras ocasiões, Musk afirmou que smartphones e smartwatches são tecnologias do passado, destacando que o foco da Tesla segue em interfaces mais avançadas, como o Neuralink.

A origem dos rumores remonta a 2022, quando imagens geradas por fãs começaram a circular. Desde então, o interesse se mantém graças a montagens, deep-fakes e clickbaits, que exploram o desejo do público por inovações da Tesla.

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